Caiu nas últimas horas da manhã de 28 de Junho o projeto de Lei de reforma imigratória do Senado. De nada adiantou os telefonemas do Líder da Maioria Senador Harry Reid e do Presidente Bush para os senadores republicanos contrários à reforma. Somente 46 senadores votaram a favor do projeto. 53 votarão contra a medida. O Senador Ted Kennedy, um dos autores do projeto, prometeu continuar com a luta pelos princípios do projeto. Mas, e agora?
Muitos são meus pensamentos sobre este assunto que divide a nação americana. Tenho discutido a reforma imigratória com muitas pessoas com diferentes pontos de vista. Mas agora minha mente procura por textos bíblicos que sejam relevantes neste momento, que refresquem meus pensamentos à despeito do fato de que o Senado, Autoridade nestas terras americanas, poderia ter providenciado um solução para trazer os “imigrantes ilegais” para a legalidade, mas não fez. E assim continuo a perguntar a mim mesmo: E agora?
Sei que o Senhor Deus, Criador de todos, continua a velar pelos imigrantes e claramente demanda: ”Não maltratarás ao estrangeiro nem o oprimirás...” (Êxodo 22:21)
O mesmo Senhor demanda de todos, de “legais e ilegais”, dos nascidos na terra e dos estrangeiros, dos cidadãos e não cidadãos: “Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as que existem foram ordenadas por Deus. Por isso quem resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação. (Romanos 13:1-2)
À luz destas últimas palavras muitos demandam: “Julgamento para todos os imigrantes ilegais. Eles não obedeceram as leis quando entraram e permaneceram aqui ilegalmente, então devem sofrer as consequências. Deporte-os todos.”
Outros, incluindo mais de 12 milhões de pessoas - mais de 12.000.000 de pessoas! - somente rogam por anestia. Anestia é o ato de uma autoridade (como Governo) pelo qual concede perdão a um grande grupo de indivíduos.
Permita-me ser mais claro. As mesmas autoridades que promulgam leis para proibírem imigrantes de entrarem no país são as mesmas autoridades que podem conceder anestia. As mesmas autoridades que escrevem leis imigratórias restritas são as mesmas autoridades que podem escrever leis de imigração mais receptivas e favoráveis.
Trago à memória os israelitas que imigraram para o Egito pelos meios que José providenciou. Jacó, seus filhos e servos imigraram para o Egito. Habitaram na região melhor daquelas terras porque o imigrante José era Governador do país.
Mas o tempo passou e as coisas tomaram outro rumo: “Morreu, pois, José, e todos os seus irmãos, e toda aquela geração. Depois os filhos de Israel frutificaram e aumentaram muito, multiplicaram-se e tornaram-se sobremaneira fortes, de modo que a terra se encheu deles. Entrementes se levantou sobre o Egito um novo rei, que não conhecera a José” (Êxodo 1:6-8)
E o novo rei com um decreto tornou todos os israelitas “ilegais” sem nenhum direito. Conhecemos o resto da história. Este é um exemplo do que uma autoridade pode fazer: mudar as leis como lhe apraz. Pode até escrever leis contrárias à Lei de Deus.
Também conhecemos o que Deus fez pelos israelitas no Egito: “Então disse o Senhor: Com efeito tenho visto a aflição do Meu povo, que está no Egito, e tenho ouvido o seu clamor por causa dos seus exatores, porque conheço os seus sofrimentos” (Êxodo 3:7)
Deus disse: “Tenho ouvido o seu clamor. Eu conheço os seus sofrimentos.”
Conheço alguém que rejeita este raciocínio: “Deus ouviu o clamor de Seu povo, Seu povo! não dos imigrantes indocumetnados da America, porque são todos ilegais, todos ímpios e todos rebeldes.” Quando alguém falha em ajudar seu semelhante em nome da lei só há uma coisa que este último pode fazer: Clamar pelo Senhor!
Sem a aprovação deste projeto de lei de reforma imigratória as coisas simplesmente continuam como antes. Milhões de pessoas continuam privados de coisas simples que muitos nativos sequer valorizam, como obter uma Carteira de Motorista, ser apto a mudar para um emprego melhor, conseguir um diploma de universidade ou simplesmente viajar livremente.
Sem a aprovação deste projeto de lei de reforma imigratória as coisas podem até piorar para milhões de famílias indocumentadas. Então o que fazer: É preciso clamar pelo Senhor!
Escrevi e falei muitas vezes nestas últimas semanas que se nós não buscássemos ao Senhor intensamente, se não nos arrependêssemos de nossas ações ímpias e nos convertêssemos totalmente ao Senhor; se não contássemos somente com o socorro do Alto esta lei não seria aprovada. Penso que agora talvez muitos entenderão que o que falei era da parte de Deus, um alerta vindo dos Céus.
O Senhor estabeleceu um princípio eterno que é muito relevante para esta nação que todos temos que considerar, à despeito de nossas opiniões sobre este assunto: “Mas, se deveras emendardes os vossos caminhos e as vossas obras; se deveras executardes a justiça entre um homem e o seu proximo; se não oprimirdes o estrangeiro, e o órfão, e a viúva, nem derramardes sangue inocente neste lugar, nem andardes após outros deuses para vosso próprio mal, então eu vos farei habitar neste lugar, na terra que dei a vossos pais desde os tempos antigos e para sempre.” (Jeremias 7:5-7)
O Senhor diz: “O povo da terra tem usado de opressão, e andado roubando e fazendo violência ao pobre e ao necessitado, e tem oprimido injustamente ao estrangeiro. (Ezequiel 22:29).
Ouçamos, pois o Senhor dizer novamente: “Não perverterás o direito do estrangeiro nem do órfão.” (Deuteronômio 24:17)
Justiça está por ser feita nesta terra em favor da comunidade de imigrantes. Justiça, não julgamento como se isto fosse a única maneira de lidar com aquele que quebra leis humanas.
Existe uma Autoridade Superior que vela por aqueles que estão procurando por alguém que lhes ofereça misericórdia.
“De um só homem Ele fez toda a nação de homens que habitariam em toda a terra; e Ele determinou os tempos certos para eles e os lugares exatos onhe eles deveriam habitar.” (Atos 17:26).
Assim sendo, que os governantes na Terra escrevam suas leis de acordo com este decreto divino. Que os governantes na Terra façam provisão legal para os habitantes que migram neste mundo.
E que a América acorde e cumpra com seu destino, de continuar a ser uma terra para todos os peregrinos e um refúgio para os necessitados.
Josimar Salum é Diretor Executivo do BMNET – Brazilian Ministers Network e Greater Revival Ministries.
28 junho 2007
16 junho 2007
O imigrante precisa pensar
É dificil compreender a dinâmica dos processos sociais da comunidade brasileira nesta cultura americana.
A grande maioria dos brasileiros vive fechada em guetos: as comunidades eclesiásticas, os clubes noturnos, os times de futebol, as redes de televisão, as rádios e os jornais brasileiros, os piqueniques em parques e os encontros de fins de semana de famíliares e amigos.
A típica família brasileira encontrou aqui o sustento e o recurso para viabilizar seus sonhos, apesar de viver ilhada entre fronteiras culturais e sociais da realidade e sociedade americanas.
Os milhares de “desintegrados” – solteiros, casados, divorciados, cônjuges que deixaram seus pares no Brasil, jovens e adultos sem conta encontram aqui o recurso para viabilizarem os seus sonhos em detrimento do sustento que é na verdade, uma alimentação sadia, moradia descente e confortável, convívio dos familiares (ver os filhos crescerem), lazer, estudos, etc.
A sociedade americana recusa-se a absorver este povo valente e sofrido porque é plena de “desintegrados.” De fato, os problemas de uma comunidade imigrante por si só a distinguem dos nativos da terra. Por isto, quando os problemas dos nativos se tornam os nossos problemas é que passamos a possuir em vez de ser possuídos, a liderar em vez de ser liderados, a viver ao invés de conviver e a existir em vez de viver na sombra.
As centenas de famílias impactadas pela prisão dos imigrantes de New Bedford refletem uma realidade cruel que a sociedade americana quase na sua totalidade ignora, pois lêem a notícia simplesmente desta forma: “Um bando de transgressores da lei foram presos.”
Por outro lado, a comunidade imigrante solidariza-se por empatia pois é a sua própria história, os filhos e filhas que ficaram em casa chorando, as mulheres amedrontadas pela insegurança e as famílias divididas. A prisão justificada sob o ponto de vista da lei tem consequências desumanas.
A lei precisa ser cumprida, e se assim for, milhões de imigrantes terão que ser deportados. Como isto é impraticável, gera-se aqui uma situação de hipocrisia e de uma injustiça descomunal. A mesma hipocrisia histórica que proibe o imigrante de trabalhar legitimamente, mas já que trabalha conceda-se a ele o “ITIN” para pagar seus impostos.
Há ainda brasileiro que discute consigo que “se me derem a legalização passo a pagar meus impostos, se não, vou embora quando quiser, se não me pegarem.” Vive-se a “ilegalidade” em todo o seu potencial. É preciso mudar de mentalidade.
Primeiro, precisamos dar a volta e parar simplesmente de reagir a todos os acontecimentos. Ainda que tenhamos que solidariamente reagir, o curso a seguir é a liderança no debate e a união gerando representatividade para mudar a fonte dos problemas do imigrante. A maior fonte dos problemas imigratórios é a Lei. A Lei precisa ser mudada.
Segundo, se não assumirmos e não nos solidarizarmos com os problemas da sociedade americana, se estes não se tornarem os nossos problemas, continuaremos vivendo a mentalidade da minoria. A maioria concede algumas benesses à minoria numa relação subserviente que rouba a identidade e a dignidade de nossa gente. A minoria é o apêndice da sociedade. Basta. É preciso ser e pensar como o corpo.
Terceiro, nossos filhos estão liderando naturalmente esta mudança de comportamento social neste êxodo até a sua chegada final. Muita gente ainda continua até hoje imigrando nos seus comportamentos, pensamentos e atitudes. Basta. A integração à sociedade americana levará nossa gente a sair da alienação para uma participação em sua vida cotidiana com possibilidades grandes de influenciarmos na cultura e no pensamento. Ao contrário, por exemplo, as igrejas que insistirem em continuar com seus “cultos brasileiros” deixarão de existir em poucas décadas. É preciso mesclar nossas culturas. É preciso deixar de pensar e ser só brasileiro.
Quarto, as associações comunitárias e as igrejas precisam liderar este processo de integração. Um exemplo negativo foi o episódio da “bandeira brasileira aviltada por um cidadão de Marlboro.” A reação da comunidade brasileira foi irracional. Precisamos debater problemas tangíveis e não simbolismos. Ao condenar a atitude do cidadão, condenamos juntos nosso direito de liberdade de expressão. Basta. Bandeiras americanas foram queimadas nos últimos dias nas ruas brasileiras em protesto à visita do Presidente Bush. Queima-se bandeiras, mas não se pode queimar a honra, a integridade, a história e a vida de uma nação.
E por último, é preciso ter a capacidade para pensar como americano. É preciso, pensando como um americano, descobrir como vamos construir pontes para que nossos pensamentos se encontrem e gerem soluções de convivência para todos. Pensemos, pois, o bem comum numa relação de amizade, de compreensão mútua e de construção de uma sociedade melhor.
É ordem divina: “E procurai a paz da cidade, para a qual fiz que fôsseis levados cativos, e orai por ela ao Senhor: porque na sua paz vós tereis paz.” A Paz vem quando a Justiça é estabelecida. Oremos pois pela Paz, mas além de orar, trabalhemos e lutemos pela Justiça.
Josimar Salum é diretor executivo do BMNET – Brazilian Ministers Network (http://www.bmnet.org/ & http://www.bmnetblog.wordpress.com/) e Diretor do Greater Revival Ministries (http://www.jsalum.blogspot.com/)
A grande maioria dos brasileiros vive fechada em guetos: as comunidades eclesiásticas, os clubes noturnos, os times de futebol, as redes de televisão, as rádios e os jornais brasileiros, os piqueniques em parques e os encontros de fins de semana de famíliares e amigos.
A típica família brasileira encontrou aqui o sustento e o recurso para viabilizar seus sonhos, apesar de viver ilhada entre fronteiras culturais e sociais da realidade e sociedade americanas.
Os milhares de “desintegrados” – solteiros, casados, divorciados, cônjuges que deixaram seus pares no Brasil, jovens e adultos sem conta encontram aqui o recurso para viabilizarem os seus sonhos em detrimento do sustento que é na verdade, uma alimentação sadia, moradia descente e confortável, convívio dos familiares (ver os filhos crescerem), lazer, estudos, etc.
A sociedade americana recusa-se a absorver este povo valente e sofrido porque é plena de “desintegrados.” De fato, os problemas de uma comunidade imigrante por si só a distinguem dos nativos da terra. Por isto, quando os problemas dos nativos se tornam os nossos problemas é que passamos a possuir em vez de ser possuídos, a liderar em vez de ser liderados, a viver ao invés de conviver e a existir em vez de viver na sombra.
As centenas de famílias impactadas pela prisão dos imigrantes de New Bedford refletem uma realidade cruel que a sociedade americana quase na sua totalidade ignora, pois lêem a notícia simplesmente desta forma: “Um bando de transgressores da lei foram presos.”
Por outro lado, a comunidade imigrante solidariza-se por empatia pois é a sua própria história, os filhos e filhas que ficaram em casa chorando, as mulheres amedrontadas pela insegurança e as famílias divididas. A prisão justificada sob o ponto de vista da lei tem consequências desumanas.
A lei precisa ser cumprida, e se assim for, milhões de imigrantes terão que ser deportados. Como isto é impraticável, gera-se aqui uma situação de hipocrisia e de uma injustiça descomunal. A mesma hipocrisia histórica que proibe o imigrante de trabalhar legitimamente, mas já que trabalha conceda-se a ele o “ITIN” para pagar seus impostos.
Há ainda brasileiro que discute consigo que “se me derem a legalização passo a pagar meus impostos, se não, vou embora quando quiser, se não me pegarem.” Vive-se a “ilegalidade” em todo o seu potencial. É preciso mudar de mentalidade.
Primeiro, precisamos dar a volta e parar simplesmente de reagir a todos os acontecimentos. Ainda que tenhamos que solidariamente reagir, o curso a seguir é a liderança no debate e a união gerando representatividade para mudar a fonte dos problemas do imigrante. A maior fonte dos problemas imigratórios é a Lei. A Lei precisa ser mudada.
Segundo, se não assumirmos e não nos solidarizarmos com os problemas da sociedade americana, se estes não se tornarem os nossos problemas, continuaremos vivendo a mentalidade da minoria. A maioria concede algumas benesses à minoria numa relação subserviente que rouba a identidade e a dignidade de nossa gente. A minoria é o apêndice da sociedade. Basta. É preciso ser e pensar como o corpo.
Terceiro, nossos filhos estão liderando naturalmente esta mudança de comportamento social neste êxodo até a sua chegada final. Muita gente ainda continua até hoje imigrando nos seus comportamentos, pensamentos e atitudes. Basta. A integração à sociedade americana levará nossa gente a sair da alienação para uma participação em sua vida cotidiana com possibilidades grandes de influenciarmos na cultura e no pensamento. Ao contrário, por exemplo, as igrejas que insistirem em continuar com seus “cultos brasileiros” deixarão de existir em poucas décadas. É preciso mesclar nossas culturas. É preciso deixar de pensar e ser só brasileiro.
Quarto, as associações comunitárias e as igrejas precisam liderar este processo de integração. Um exemplo negativo foi o episódio da “bandeira brasileira aviltada por um cidadão de Marlboro.” A reação da comunidade brasileira foi irracional. Precisamos debater problemas tangíveis e não simbolismos. Ao condenar a atitude do cidadão, condenamos juntos nosso direito de liberdade de expressão. Basta. Bandeiras americanas foram queimadas nos últimos dias nas ruas brasileiras em protesto à visita do Presidente Bush. Queima-se bandeiras, mas não se pode queimar a honra, a integridade, a história e a vida de uma nação.
E por último, é preciso ter a capacidade para pensar como americano. É preciso, pensando como um americano, descobrir como vamos construir pontes para que nossos pensamentos se encontrem e gerem soluções de convivência para todos. Pensemos, pois, o bem comum numa relação de amizade, de compreensão mútua e de construção de uma sociedade melhor.
É ordem divina: “E procurai a paz da cidade, para a qual fiz que fôsseis levados cativos, e orai por ela ao Senhor: porque na sua paz vós tereis paz.” A Paz vem quando a Justiça é estabelecida. Oremos pois pela Paz, mas além de orar, trabalhemos e lutemos pela Justiça.
Josimar Salum é diretor executivo do BMNET – Brazilian Ministers Network (http://www.bmnet.org/ & http://www.bmnetblog.wordpress.com/) e Diretor do Greater Revival Ministries (http://www.jsalum.blogspot.com/)
Eterna Magia: Mais uma mentira
Pode não ser de seu interesse o que tenho a dizer sobre a nova novela da Globo “Eterna Magia” que Paulo Coelho (escritor) fez uma participação especial em seu primeiro capítulo, segundo o site da Central de Notícias da Globo. Ele fez o papel do Mago Simon, uma encarnação do deus celta Dragda - deus da magia e da Terra.
Segundo a enciclopédia “online” Wikipedia, a trama será ambientada numa cidade do interior, a fictícia Serranias, entre as décadas de 30 e 40. Contará a história de duas lindas irmãs: Eva e Mariana, a Nina, bruxas seguidoras da Wicca, de fato, toda a história será inspirada nesta religião das bruxas. A prática Wiccana mais comum cultua duas Divindades, a Deusa e o Deus, algumas vezes chamado de Deus Cornífero (Do latim, "o que porta cornos"), Deus Verde, Deus Caçador, Deus Criança, etc...
“Pois, ainda que haja também alguns que se chamem deuses, quer no céu quer na terra (como há muitos deuses e muitos senhores), todavia para nós há um só Deus, o Pai, de Quem são todas as coisas e para Quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo Qual existem todas as coisas, e por Ele nós também.” (I Co. 8:5-6)
A Bíblia Sagrada, a Revelação do Pai dos espíritos (Hb:12:9) declara:
“Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te dá, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos.
Não se achará no meio de ti... nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti.
Perfeito serás para com o Senhor teu Deus. Porque estas nações, que hás de possuir, ouvem os prognosticadores e os advinhadores; porém, quanto a ti, o Senhor teu Deus não te permitiu tal coisa. O Senhor teu Deus te suscitará do meio de ti, dentre teus irmãos, um profeta semelhante a mim; a Ele ouvirás.” (Deut. 12:9-15)
O profeta Jesus Cristo, Deus Eterno, Criador dos Céus e da Terra e Criador de todos os homens se fez carne e habitou entre nós. Jesus é o Único Caminho para Deus, o Único Mediador entre Deus e os homens. Homens e mulheres, moços e moças e todas as crianças devem ouvir somente a Jesus.
”Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias a nós nos falou pelo Filho, a Quem constituiu herdeiro de todas as coisas, e por Quem fez também o mundo; sendo Ele o resplendor da Sua glória e a expressa imagem do seu Ser, e sustentando todas as coisas pela Palavra do seu poder, havendo Ele mesmo feito a purificação dos pecados, assentou-se ã direita da Majestade nas alturas.” (Hb.1:1-3)
Magia, feitiçaria, espiritismo, candomblé, macumba, mitologias, idolatria, paganismo, wicca, satanismo e todas as religiões que ensinam doutrinas da encarnação são criações híbridas de homens impiedosos e demônios e veementemente condenadas pela Palavra de Deus.
Não me surpreende que a Rede Globo mais uma vez produza uma novela anti-cristã, além de difusora de um culto e práticas pagãos. Confesso, porém, que o que ainda me surpreende é a audiência destas novelas ser engordada pelos milhares de telespectadores evangélicos e católicos que se dizem seguidores de Jesus.
Jesus, a Verdade, morreu na Cruz por nossos pecados, foi sepultado e ao terceiro dia ressuscitou para nos dar Vida Verdadeira. Na Cruz além de morrer em nosso lugar, “despojou os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em Si mesmo.” (Col. 2:14-15)
Quanto às instituições deste mundo, as produções deste mundo, os reinos deste mundo, enfim, o mundo, tudo o que há no mundo, passam. E todos os seus desejos ardentes de bens e gozos materiais...
Permanecer mesmo, para sempre, somente aquele que faz a vontade de Deus. (I Jo. 2:16-17)
“Uma voz diz: Clama. Respondi eu: Que hei de clamar? Toda a carne é erva, e toda a sua beleza como a flor do campo. Seca-se a erva, e murcha a flor, soprando nelas o hálito do Senhor. Na verdade o povo é erva. Seca-se a erva, e murcha a flor; mas a Palavra de nosso Deus subsiste eternamente. (Is. 40:6-8)
(*) Pr. Josimar Salum reside em Worcester, MA. É Diretor do Greater Revival Ministries e Diretor Executivo do BMNET – Brazilian Ministers Network. Contatos pelo tel 508-519-1773 ou pelo email jsalum@greaterrevival.com
Segundo a enciclopédia “online” Wikipedia, a trama será ambientada numa cidade do interior, a fictícia Serranias, entre as décadas de 30 e 40. Contará a história de duas lindas irmãs: Eva e Mariana, a Nina, bruxas seguidoras da Wicca, de fato, toda a história será inspirada nesta religião das bruxas. A prática Wiccana mais comum cultua duas Divindades, a Deusa e o Deus, algumas vezes chamado de Deus Cornífero (Do latim, "o que porta cornos"), Deus Verde, Deus Caçador, Deus Criança, etc...
“Pois, ainda que haja também alguns que se chamem deuses, quer no céu quer na terra (como há muitos deuses e muitos senhores), todavia para nós há um só Deus, o Pai, de Quem são todas as coisas e para Quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo Qual existem todas as coisas, e por Ele nós também.” (I Co. 8:5-6)
A Bíblia Sagrada, a Revelação do Pai dos espíritos (Hb:12:9) declara:
“Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te dá, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos.
Não se achará no meio de ti... nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti.
Perfeito serás para com o Senhor teu Deus. Porque estas nações, que hás de possuir, ouvem os prognosticadores e os advinhadores; porém, quanto a ti, o Senhor teu Deus não te permitiu tal coisa. O Senhor teu Deus te suscitará do meio de ti, dentre teus irmãos, um profeta semelhante a mim; a Ele ouvirás.” (Deut. 12:9-15)
O profeta Jesus Cristo, Deus Eterno, Criador dos Céus e da Terra e Criador de todos os homens se fez carne e habitou entre nós. Jesus é o Único Caminho para Deus, o Único Mediador entre Deus e os homens. Homens e mulheres, moços e moças e todas as crianças devem ouvir somente a Jesus.
”Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias a nós nos falou pelo Filho, a Quem constituiu herdeiro de todas as coisas, e por Quem fez também o mundo; sendo Ele o resplendor da Sua glória e a expressa imagem do seu Ser, e sustentando todas as coisas pela Palavra do seu poder, havendo Ele mesmo feito a purificação dos pecados, assentou-se ã direita da Majestade nas alturas.” (Hb.1:1-3)
Magia, feitiçaria, espiritismo, candomblé, macumba, mitologias, idolatria, paganismo, wicca, satanismo e todas as religiões que ensinam doutrinas da encarnação são criações híbridas de homens impiedosos e demônios e veementemente condenadas pela Palavra de Deus.
Não me surpreende que a Rede Globo mais uma vez produza uma novela anti-cristã, além de difusora de um culto e práticas pagãos. Confesso, porém, que o que ainda me surpreende é a audiência destas novelas ser engordada pelos milhares de telespectadores evangélicos e católicos que se dizem seguidores de Jesus.
Jesus, a Verdade, morreu na Cruz por nossos pecados, foi sepultado e ao terceiro dia ressuscitou para nos dar Vida Verdadeira. Na Cruz além de morrer em nosso lugar, “despojou os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em Si mesmo.” (Col. 2:14-15)
Quanto às instituições deste mundo, as produções deste mundo, os reinos deste mundo, enfim, o mundo, tudo o que há no mundo, passam. E todos os seus desejos ardentes de bens e gozos materiais...
Permanecer mesmo, para sempre, somente aquele que faz a vontade de Deus. (I Jo. 2:16-17)
“Uma voz diz: Clama. Respondi eu: Que hei de clamar? Toda a carne é erva, e toda a sua beleza como a flor do campo. Seca-se a erva, e murcha a flor, soprando nelas o hálito do Senhor. Na verdade o povo é erva. Seca-se a erva, e murcha a flor; mas a Palavra de nosso Deus subsiste eternamente. (Is. 40:6-8)
(*) Pr. Josimar Salum reside em Worcester, MA. É Diretor do Greater Revival Ministries e Diretor Executivo do BMNET – Brazilian Ministers Network. Contatos pelo tel 508-519-1773 ou pelo email jsalum@greaterrevival.com
13 junho 2007
Não desisti do Brasil
No Brasil muitos estão amargurados com suas próprias frustrações e com seus fracassos. Muitos estão enojados com a crise moral que escureceu os Palácios de Brasília e tomou conta do muitos seguimentos da sociedade e já por muitos e muitos anos.
Mas frustrados por não poderem superar os obstáculos e impossibilitados de prosseguir – não se ajuntam aos bons porque os desconhecem - tombam fracassados.
Como resultado imediato da inércia produzida por estas frustrações se desembocam numa verborréia perniciosa de culpar a todos, atirando em todos por todos os lados, por causa de uma miopia que não enxerga mais uma flor no canteiro da rua, um pardal pousado no fio de luz e o sorriso brejeiro de um menino atrás de uma bola de papel no campinho empoeirado do lote vazio. Coisas simples da vida que nos fazem ir além do que apenas apegar-se ao existencialismo da desesperança.
O que quero dizer é que muitos perderam a capacidade de verem além da realidade do mal e além da avalanche de “corrupção e a baixeza de nossos políticos” brasileiros. (frase de Luiz Nassif no artigo Elite Privilegiada)
Muitos obscureceram a alma com o negativismo e adoeceram a si mesmos com a mania de falar mal do Brasil e de seu povo por opção sórdida. Amaldiçoam a terrra e seus habitantes num frenesi mirabolante que ressoa na cabeça miúda de outros fanáticos do fracasso e apocalípticos pessimistas.
Muitos passam a generalizar o mal e a maldade como práticas comuns e compartilhadas por todos e passam a afirmar em seu desvario que todo o homem é mentiroso, que não existe ninguém honesto – uns poucos talvez - e que o Brasil não tem jeito mesmo. Desistiram do Brasil. Desistiram de si mesmos. Que o Senhor dos Céus e da Terra se apiede deles e os cure antes que façam mal a si mesmos definitivamente.
É preciso pouco esforço para encontrar homens e mulheres, velhos e velhas, moços e moças e milhares de crianças que têm outros príncipios de vida, que não são corruptos, que não são larápios e que vivem com dignidade e honra nas terras brasileiras e por este mundo a fora. São assim porque além de prestarem contas a uma Corte muito Superior vivem embasados em leis morais gravadas em seus corações.
Estes seres humanos abençoados estão em todo o canto. Como grama que cresce em cada canteiro não cultivado, em cada pedaço de terra mesmo seca e pisada e em cada vaso abandonado, assim são os que fazem a nação brasileira e o Brasil um grande país de cores vivas e de gente que sabe sorrir mesmo quando a dor bate na alma. Que é campeã da solidariedade! Que esbanja talento e meu Deus!, que apesar de por muito tempo “deitado eternamente em berço esplêndido” já acordou para a vida com garra, sucesso e competência. Gente que constrói engenhosas invenções. Gente que sabe cantar, dançar... Médicos, professores, enfermeiros, carpinteiros, pescadores... Estão em todos os cantos, ricos e pobres, de todas as raças, brasileiros e brasileiras de muitas descendências neste Brasil gigante, maior ainda pela grandeza de sua gente.
Gente que avança firme sem pestanejar porque crê em Deus e em Seu Filho Jesus Cristo, que não desconhece a existência do mal, porém fez a opção pelo bem.
Onde estão eles? Sãos os sete mil que não dobraram seus joelhos à idolatria, ao mal, à corrupção, cuja boca bendizem o semelhante e se distinguem pelo que são e não pelo que fazem – no dia a dia da vida cuidam dos seus negócios com a postura de quem cuida de toda a nação. São sete mil, mas simbolicamente! Conte-os se os puder ver, cumprimente-os se os puder achar, abrace-os se puder ver além do véu da decepção com os poucos e maus que a mídia oferece pois comparado ao total da nação não são muitos e nem a maioria – estou certo disto!
O brasileiro não é preguiçoso nem malandro. Nem todos os brasileiros corrompem-se, nem todos roubam, não matam e não vivem de conveniências.
Os brasileiros não são divididos em dois grupos: os que furtam e se beneficiam do dinheiro público e os que querem fazer parte do primeiro. Não são todos iguais. Afinal de contas, gente má e boa – as civilizações são feitas delas.
São muitos os brasileiros que não se cansam de fazer o bem, que lutam pelos outros e ajudam os que precisam de uma mão perto para segurarem.
Estão alí, na escola, na associação do bairro, na classe de corte e costura, na beira do rio onde as mulheres com seus filhos se encontram para lavarem suas roupas.
Encontram-se no ponto do ônibus, na feira de sábado, na pelada do final da tarde.
E as praças, ora, as praças estão cheias de jovens namorando, moças e rapazes que sonham com sua vida em comum no casamento de seus sonhos. Moços e moças ainda se casam no Brasil.
E nas escolas crianças bem tenras em idade continuam pintando garranchos de cores sem sentido que expressam suas esperanças que não podem sem assassindas.
Matam-se crianças e adolescentes, arrastam-nas pelas ruas, mas novas nascem, outros meninos avançam em idade e se tornam jovens e um dia destes milhares deles vão surpreender a todos num Brasil de paz e justiça. O sol sempre nasce. A noite não é eterna.
É muita falta de conhecimento achar que o Brasil é só violência, gangues, tráfico, balas perdidas, máfia de drogas e crime organizado.
É muita ignorância achar que o Brasil é feito de Presidente Lula, José Dirceu, Sarney, Calheiros, Quércia, Maluf, Nelson Jobin, traficantes, deliquentes, pastores ladrões, padres tarados e por ai você pode fazer crescer a lista e chegar a 10 milhões. Acrescente nomes e canse de contar até chegar em 50 milhões. Que nesta lista você não seja achado. É o que conta. É o que importa. Verdadeiramente não são 50 milhões o número daqueles. Não é do jeito que muita gente movida pelo pessimismo, pelo negativismo e pelo mal humor pensa. Não é mesmo!
Todo o mundo tem direito de desabafar. De escrever crônicas. De criticar quem quer que seja. De ficar de luto. De matar e enterrar o Brasil. Enfim, de desistir do Brasil.
Eu também tenho o direito de pensar diferente. Quanto a mim não desisti do Brasil. Não vou desistir do Brasil. Simplesmente porque sou brasileiro.
(*) Pr. Josimar Salum reside em Worcester, MA. É Diretor do Greater Revival Ministries e Diretor Executivo do BMNET – Brazilian Ministers Network. Contatos pelo tel 508-519-1773 ou pelo email jsalum@greaterrevival.com
Mas frustrados por não poderem superar os obstáculos e impossibilitados de prosseguir – não se ajuntam aos bons porque os desconhecem - tombam fracassados.
Como resultado imediato da inércia produzida por estas frustrações se desembocam numa verborréia perniciosa de culpar a todos, atirando em todos por todos os lados, por causa de uma miopia que não enxerga mais uma flor no canteiro da rua, um pardal pousado no fio de luz e o sorriso brejeiro de um menino atrás de uma bola de papel no campinho empoeirado do lote vazio. Coisas simples da vida que nos fazem ir além do que apenas apegar-se ao existencialismo da desesperança.
O que quero dizer é que muitos perderam a capacidade de verem além da realidade do mal e além da avalanche de “corrupção e a baixeza de nossos políticos” brasileiros. (frase de Luiz Nassif no artigo Elite Privilegiada)
Muitos obscureceram a alma com o negativismo e adoeceram a si mesmos com a mania de falar mal do Brasil e de seu povo por opção sórdida. Amaldiçoam a terrra e seus habitantes num frenesi mirabolante que ressoa na cabeça miúda de outros fanáticos do fracasso e apocalípticos pessimistas.
Muitos passam a generalizar o mal e a maldade como práticas comuns e compartilhadas por todos e passam a afirmar em seu desvario que todo o homem é mentiroso, que não existe ninguém honesto – uns poucos talvez - e que o Brasil não tem jeito mesmo. Desistiram do Brasil. Desistiram de si mesmos. Que o Senhor dos Céus e da Terra se apiede deles e os cure antes que façam mal a si mesmos definitivamente.
É preciso pouco esforço para encontrar homens e mulheres, velhos e velhas, moços e moças e milhares de crianças que têm outros príncipios de vida, que não são corruptos, que não são larápios e que vivem com dignidade e honra nas terras brasileiras e por este mundo a fora. São assim porque além de prestarem contas a uma Corte muito Superior vivem embasados em leis morais gravadas em seus corações.
Estes seres humanos abençoados estão em todo o canto. Como grama que cresce em cada canteiro não cultivado, em cada pedaço de terra mesmo seca e pisada e em cada vaso abandonado, assim são os que fazem a nação brasileira e o Brasil um grande país de cores vivas e de gente que sabe sorrir mesmo quando a dor bate na alma. Que é campeã da solidariedade! Que esbanja talento e meu Deus!, que apesar de por muito tempo “deitado eternamente em berço esplêndido” já acordou para a vida com garra, sucesso e competência. Gente que constrói engenhosas invenções. Gente que sabe cantar, dançar... Médicos, professores, enfermeiros, carpinteiros, pescadores... Estão em todos os cantos, ricos e pobres, de todas as raças, brasileiros e brasileiras de muitas descendências neste Brasil gigante, maior ainda pela grandeza de sua gente.
Gente que avança firme sem pestanejar porque crê em Deus e em Seu Filho Jesus Cristo, que não desconhece a existência do mal, porém fez a opção pelo bem.
Onde estão eles? Sãos os sete mil que não dobraram seus joelhos à idolatria, ao mal, à corrupção, cuja boca bendizem o semelhante e se distinguem pelo que são e não pelo que fazem – no dia a dia da vida cuidam dos seus negócios com a postura de quem cuida de toda a nação. São sete mil, mas simbolicamente! Conte-os se os puder ver, cumprimente-os se os puder achar, abrace-os se puder ver além do véu da decepção com os poucos e maus que a mídia oferece pois comparado ao total da nação não são muitos e nem a maioria – estou certo disto!
O brasileiro não é preguiçoso nem malandro. Nem todos os brasileiros corrompem-se, nem todos roubam, não matam e não vivem de conveniências.
Os brasileiros não são divididos em dois grupos: os que furtam e se beneficiam do dinheiro público e os que querem fazer parte do primeiro. Não são todos iguais. Afinal de contas, gente má e boa – as civilizações são feitas delas.
São muitos os brasileiros que não se cansam de fazer o bem, que lutam pelos outros e ajudam os que precisam de uma mão perto para segurarem.
Estão alí, na escola, na associação do bairro, na classe de corte e costura, na beira do rio onde as mulheres com seus filhos se encontram para lavarem suas roupas.
Encontram-se no ponto do ônibus, na feira de sábado, na pelada do final da tarde.
E as praças, ora, as praças estão cheias de jovens namorando, moças e rapazes que sonham com sua vida em comum no casamento de seus sonhos. Moços e moças ainda se casam no Brasil.
E nas escolas crianças bem tenras em idade continuam pintando garranchos de cores sem sentido que expressam suas esperanças que não podem sem assassindas.
Matam-se crianças e adolescentes, arrastam-nas pelas ruas, mas novas nascem, outros meninos avançam em idade e se tornam jovens e um dia destes milhares deles vão surpreender a todos num Brasil de paz e justiça. O sol sempre nasce. A noite não é eterna.
É muita falta de conhecimento achar que o Brasil é só violência, gangues, tráfico, balas perdidas, máfia de drogas e crime organizado.
É muita ignorância achar que o Brasil é feito de Presidente Lula, José Dirceu, Sarney, Calheiros, Quércia, Maluf, Nelson Jobin, traficantes, deliquentes, pastores ladrões, padres tarados e por ai você pode fazer crescer a lista e chegar a 10 milhões. Acrescente nomes e canse de contar até chegar em 50 milhões. Que nesta lista você não seja achado. É o que conta. É o que importa. Verdadeiramente não são 50 milhões o número daqueles. Não é do jeito que muita gente movida pelo pessimismo, pelo negativismo e pelo mal humor pensa. Não é mesmo!
Todo o mundo tem direito de desabafar. De escrever crônicas. De criticar quem quer que seja. De ficar de luto. De matar e enterrar o Brasil. Enfim, de desistir do Brasil.
Eu também tenho o direito de pensar diferente. Quanto a mim não desisti do Brasil. Não vou desistir do Brasil. Simplesmente porque sou brasileiro.
(*) Pr. Josimar Salum reside em Worcester, MA. É Diretor do Greater Revival Ministries e Diretor Executivo do BMNET – Brazilian Ministers Network. Contatos pelo tel 508-519-1773 ou pelo email jsalum@greaterrevival.com
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