Nosso território de influência precisa ser alargado e o modo como estamos acostumados a pensar e a raciocinar precisa ser transformado.
"Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente...” (Rm. 12:2). Nossa mente precisa ser transformada radicalmente pela revelação da Palavra de Deus para conhecermos a Sua Vontade.
A Unidade de Seu povo é a Vontade de Deus, "porque alí o Senhor ordena a benção e a vida para sempre." (Sl. 133:3). A bondade e a suavidade de estarmos unidos como irmãos é a experiência da boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
Precisamos ler textos como Ezequiel 37 e João 17 deixando que o ensino do Espírito Santo permeie nosso modo de pensar a tão ponto que leve a uma mudança radical em nossas atitudes, palavras e ações.
A Palavra do Espírito Santo para a Igreja hoje é esta: "Amplia o lugar da tua tenda e as cortinas das tuas habitações se estendam; não impeças; alonga as tuas cordas e firma bem as tuas estacas. Porque trasbordarás à mão direita e à esquerda; e a tua posteridade possuirá as nações e fará que sejam habitadas as cidades assoladas." (Is. 54:2-3).
Apossamo-nos desta promessa, cada um de nós para a nossa "igreja" justificando-nos assim: "Se minha igreja cresce cresce a obra." Que engano!
Entendamos o "ampliar o lugar da tua tenda" além de nossas estacas e de nosso território. A promessa aqui é para a IGREJA. O lugar da tenda é a tenda do povo de Deus. As estacas da Igreja na Cidade são as divisas da cidade, portanto inclue a todos. O propósito de Deus é alcançar as nações e ninguém alcancará as nações sozinho e independente, mas com parceria e colaboração mútuas.
Alargar a tenda é consequência do alargamento do entendimento da mente. Não podemos continuar pensando em termos de nosso ministério e nossa missão, mas no Ministério de Cristo e na Missão da Sua Igreja. É preciso enxergar o Plano de Deus para nossas cidades e nações e alinharmos nossos ministérios com esta grande visão.
O Ministério de Cristo é a Unidade e a Missão da Igreja é buscar o que se havia perdido. Vai cumprir esta missão, um só povo sob a ordem de um só General: Jesus Cristo. Não consigo ser mais claro do que isto! Apenas que temos corrido o risco de estarmos pregando o Evangelho fora do propósito de Deus que é através da Unidade da Igreja e não do esforço próprio e independente de alguns de nós e de nossos ministérios.
Denominamos igrejas do avivamento - uma igreja local que está avivada e não as outras seu redor. O Espírito de Deus será derramado sobre toda a carne e o grande avivamento é para toda a cidade. Não se mencionará então a igreja do avivamento, mas a cidade, a região e a nação do avivamento. Não é isto que todos desejamos e rogamos ao Senhor em nossas reuniões de oração? Deus quer fazer-nos a TODOS transbordar à mão direita e à esquerda, coletivamente e não individualmente. Isto vem do Avivamento que é para todos. "Derramarei o Meu espírito sobre TODA a carne” (Jl. 2:28) é a profecia que está se cumprindo em nossos dias.
Mais do que palavras e orações isoladas precisamos nos reunir, como líderes, em reuniões de conselhos e cafés da manhã para nos relacionarmos uns com os outros, com coração quebrantado, numa renúncia honesta de agendas próprias e com uma visão ampla do Reino de Deus e de Seus planos.
Deus me mostrou há alguns anos atrás que estádios e lugares públicos serão tomados por servos de Jesus, para dias de jejum e oração. Já está acontecendo!
De um modo prático pastores e igrejas devem se organizar para juntos e unidos reunirem-se em praças públicas e estádios, para dias de jejum e oração. Imagine você milhares de jovens reunidos para orar e jejuar e não para se divertirem e serem abençoados, mas para se oferecerem em sacrifício a Deus para que Ele derrame o Seu Espírito sobre a cidade.
É preciso colocar a Unidade da Igreja como prioridade em sua vida, porque é contemplando a Unidade da Igreja que os habitantes de nossas cidades crerão que Deus enviou a Jesus.
De uma vez por todas: Povo de Deus, uní-vos! "Até que se derrame sobre nós o Espírito lá do alto; então, o deserto se tornará em campo fértil e o campo fértil será reputado por um bosque." (Is. 32:15)
06 janeiro 2008
De uma vez por todas (Parte I)
Estamos parados na encruzilhada da história. Surge a nossa frente dois caminhos. Escolheremos um ou outro. Um caminho nos conduzirá ao nosso destino. O outro caminho represemta o retrocesso que leva a terrível apostasia. O caminho da UNIDADE DA IGREJA, de uma vez por todas. Ou o caminho da DIVISÃO.
JESUS CRISTO unirá o SEU POVO de qualquer modo. É Sua Vontade. Operando Ele ninguém impedirá! Se trilharmos o caminho de separação e denominação poderemos estar nos caracterizando como povo que de fato não é de Deus. Denominador é o termo de uma fracção que indica em quantas partes está dividida a unidade.
O termo destino usado aqui significa o futuro traçado por Deus para cumprir Seu propósito eterno: "Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do Seu Cristo (O Ungido), e Ele reinará para todo sempre." (Ap. 11:15).

Nossas conquistas como Corpo de Cristo se tornaram extremamente grandes desde que o Senhor enviou Seu Espírito sobre os 120 irmãos e irmãs no cenáculo de Pentecostes, quando foram "agregadas naquele dia à Igreja quase três mil almas."(At. 1:41).
Um exemplo: nos últimos anos o ministério Cristo Para as Nações liderado pelo evangelista Reinhard Boonke registrou em cruzadas na Nigéria mais de 1 milhão e 200 mil decisões para Cristo, 400 vezes o número de decisões no dia de Pentecostes.
Um fato: "Os evangélicos estão crescendo três vezes mais do que a taxa de crescimento mundial." (Patrick Johnstone - A Igreja é Maior que você pensa - Missão Horizontes) e poderia aqui mostrar dezenas de estatísticas de fatos exagerados que mostram a intervenção exagerada de Deus nas nações do mundo.
Nunca na história da igreja estivemos tão pertos de em nossa geração pregarmos "o Evangelho do Reino em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes..." (Mt. 14:14: o tempo da restauração de todas as coisas na plenitude dos tempos com a vinda gloriosa do Rei Jesus.
É vero que o plano e ação de Deus são bem maiores e mais amplos que os pequenos planos de nossas igrejas e ministérios.
Não podemos nos sujeitar ao risco de retroscedermos como indíviduos e igrejas. Um pequenino desvio hoje no caminho significará mais adiante um grande desvio. Retrosceder significa apostasia, abandono da fé, abdicação fatal do propósito de Deus para as nossas vidas.
Deus quer salvar uma nação inteira e nós estamos perdidos em nossa vilazinha, super ocupados em construir nosso ministério local. Delineados pelas quatro estacas que colocamos ao nosso redor, marcamos nosso território não somente físico, mas de influência. Desejamos exercer influência somente sobre os membros de nossa congregação… Dentro destas quatros estacas que delineam nossas divisas armamos nossa tenda e nos ocupamos em trabalhar incansavelmente por nós mesmos, nos convencendo de que é para o Senhor, quando de fato, trabalhamos é para nós mesmos.
Quando nossa ação em pregarmos o Evangelho em nossa cidade não contempla colaboração e união com nossos irmãos para fazermos juntos o mesmo, promovemos a divisão do Corpo de Cristo, tornando-a uma ação contra Cristo ao invés de ser a Seu favor.
É que entendemos mais de competição do que de oração, quando trabalhamos para o crescimento de nossa igreja e nos motivamos a ganhar vidas para o Reino desde que "venham para nosso rebanho." É hora de nos unirmos para alcançarmos nossas cidades e as nações do mundo através do jejum e da oração, como caminho que se abre para evangelizarmos juntos.

Mais do que nunca nós precisamos priorizar a Unidade e a União da Igreja em nossas vidas. Deus quer unir o Seu povo, mas nos recusamos a nos relacionar com os pastores e líderes de Deus de nossa cidade, pelo menos com alguns. Geralmente há alguma unidade entre igrejas com a mesma visão e envolvidas no mesmo tipo de ministério. Mas para que o propósito de Deus se cumpra em nós, precisamos nos unir em torno do Nome de Jesus e de Seu propósito e não em torno de uma visão.
Deus quer unir o Seu povo na cidade, mas nos recusamos a orar e a nos juntar uns aos outros, de fato, a amar verdadeiramente uns aos outros, não de palavras, mas por obra.
O apelo do Espírito Santo é que deixemos de andar pelo caminho do retrocesso histórico, do continuismo religioso, do remar contra o mover de Deus "para que todos sejam um... para que o mundo conheça" que Ele enviou a Jesus.
JESUS CRISTO unirá o SEU POVO de qualquer modo. É Sua Vontade. Operando Ele ninguém impedirá! Se trilharmos o caminho de separação e denominação poderemos estar nos caracterizando como povo que de fato não é de Deus. Denominador é o termo de uma fracção que indica em quantas partes está dividida a unidade.
O termo destino usado aqui significa o futuro traçado por Deus para cumprir Seu propósito eterno: "Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do Seu Cristo (O Ungido), e Ele reinará para todo sempre." (Ap. 11:15).
Nossas conquistas como Corpo de Cristo se tornaram extremamente grandes desde que o Senhor enviou Seu Espírito sobre os 120 irmãos e irmãs no cenáculo de Pentecostes, quando foram "agregadas naquele dia à Igreja quase três mil almas."(At. 1:41).
Um exemplo: nos últimos anos o ministério Cristo Para as Nações liderado pelo evangelista Reinhard Boonke registrou em cruzadas na Nigéria mais de 1 milhão e 200 mil decisões para Cristo, 400 vezes o número de decisões no dia de Pentecostes.
Um fato: "Os evangélicos estão crescendo três vezes mais do que a taxa de crescimento mundial." (Patrick Johnstone - A Igreja é Maior que você pensa - Missão Horizontes) e poderia aqui mostrar dezenas de estatísticas de fatos exagerados que mostram a intervenção exagerada de Deus nas nações do mundo.
Nunca na história da igreja estivemos tão pertos de em nossa geração pregarmos "o Evangelho do Reino em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes..." (Mt. 14:14: o tempo da restauração de todas as coisas na plenitude dos tempos com a vinda gloriosa do Rei Jesus.
É vero que o plano e ação de Deus são bem maiores e mais amplos que os pequenos planos de nossas igrejas e ministérios.
Não podemos nos sujeitar ao risco de retroscedermos como indíviduos e igrejas. Um pequenino desvio hoje no caminho significará mais adiante um grande desvio. Retrosceder significa apostasia, abandono da fé, abdicação fatal do propósito de Deus para as nossas vidas.
Deus quer salvar uma nação inteira e nós estamos perdidos em nossa vilazinha, super ocupados em construir nosso ministério local. Delineados pelas quatro estacas que colocamos ao nosso redor, marcamos nosso território não somente físico, mas de influência. Desejamos exercer influência somente sobre os membros de nossa congregação… Dentro destas quatros estacas que delineam nossas divisas armamos nossa tenda e nos ocupamos em trabalhar incansavelmente por nós mesmos, nos convencendo de que é para o Senhor, quando de fato, trabalhamos é para nós mesmos.
Quando nossa ação em pregarmos o Evangelho em nossa cidade não contempla colaboração e união com nossos irmãos para fazermos juntos o mesmo, promovemos a divisão do Corpo de Cristo, tornando-a uma ação contra Cristo ao invés de ser a Seu favor.
É que entendemos mais de competição do que de oração, quando trabalhamos para o crescimento de nossa igreja e nos motivamos a ganhar vidas para o Reino desde que "venham para nosso rebanho." É hora de nos unirmos para alcançarmos nossas cidades e as nações do mundo através do jejum e da oração, como caminho que se abre para evangelizarmos juntos.
Mais do que nunca nós precisamos priorizar a Unidade e a União da Igreja em nossas vidas. Deus quer unir o Seu povo, mas nos recusamos a nos relacionar com os pastores e líderes de Deus de nossa cidade, pelo menos com alguns. Geralmente há alguma unidade entre igrejas com a mesma visão e envolvidas no mesmo tipo de ministério. Mas para que o propósito de Deus se cumpra em nós, precisamos nos unir em torno do Nome de Jesus e de Seu propósito e não em torno de uma visão.
Deus quer unir o Seu povo na cidade, mas nos recusamos a orar e a nos juntar uns aos outros, de fato, a amar verdadeiramente uns aos outros, não de palavras, mas por obra.
O apelo do Espírito Santo é que deixemos de andar pelo caminho do retrocesso histórico, do continuismo religioso, do remar contra o mover de Deus "para que todos sejam um... para que o mundo conheça" que Ele enviou a Jesus.
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