26/09 – IMIGRANTES – Parte II
Os imigrantes brasileiros nos Estados Unidos
Brasileiros, os fatos aqui são estes! Fatos do dia a dia, de muitos anos.
A maioria dos imigrantes que entraram e vivem neste país não portavam documentos legais para trabalharem e residirem aqui. Uma ínfima minoria de pastores chegaram aos Estados Unidos de posse do “Green Card” (visto permanente). Grande parte dos pastores que têm hoje “Green Card” um dia foram indocumentados.
O imigrante - todo o imigrante é por natureza um conquistador, se não fosse, teria permanecido no Brasil! - ora para que Deus “mande um coiote abençoado e o dinheiro para pagar a travessia e ora ainda para passar pela fronteira sem ser capturado pelas autoridades.
Quando não vem pelo México, vai no Consulado Americano e diz que vai visitar os Estados Unidos a passeio; até escreve no formulário. O Cônsul, muito desconfiado, concede o visto de turista.
Assim o imigrante entra no país “meio legal pela porta da frente” e o agente da imigração não vê o que entra totalmente ilegal. Meio legal pois tem o visto para entrar e permanecer por uns dias, mas não para trabalhar e residir aqui.
Nem um nem outro poderiam trabalhar, nem os pastores pregarem nem os cantores cantarem. Mas parece que é fato que Deus abençoa toda esta gente, pois continuam entrando aos milhares. Para ser honesto comigo mesmo, creio abençoa até muitos não cristãos, que nem oram e mesmo assim passam pela fronteira livremente.
Se este “raciocínio teológico” está certo (nem toda a questão da vida tem que ser medida teologicamente ou eticamente), parece que Deus fecha os olhos quando esta multidão passa pela fronteira ou então está bem de olhos abertos e os deixa aos milhares entrarem nos Estados Unidos, deixando serem presos somente uma minoria, por “incompetência das autoridades”, como já afirmaram alguns Senadores Americanos.
Os Estados Unidos foram fundados por estrangeiros. Os “Pilgrims”, como são historicamente conhecidos, grande parte cristãos. Aos cristãos imigrantes de hoje os chamo de “Os Últimos ou Novos Pilgrins.” É a História que se repete.
O que a Bíblia fala a respeito de Imigração?
Penso que a Bíblia tem muito a dizer sobre imigração. Tenho folheado as páginas da Bíblia com olhos de imigrante e tenho meditado nisto há alguns anos.
A Bíblia é por excelência um livro de história de imigrantes. De Gênesis a Apocalipse este tema predomina. Desde Abrãao a João na Ilha de Patmos a Bíblia narra a história de homens e mulheres que deixaram sua terra natal para viverem em terra alheia.
A Bíblia é a Revelação do Deus dos Imigrantes. Do Deus que proteje e defende os imigrantes. Que ordena a Israel a tratar bem aos imigrantes, a alimentá-los pois no passado também foram imigrantes.
A Bíblia narra a história de Seu povo peregrino em terra estranha. A História de José no Egito, de Rute a estrangeira em Israel e de Daniel na Babilônia. A história dos discípulos feitos imigrantes pela grande comissão de Jesus. Atos dos Apóstolos é uma grande tratado de imigração. A Bíblia é em geral a história de cidadãos dos céus, portanto, estrangeiros e peregrinos nesta terra estranha.
As duas ordens diretas de Deus para abençoar os povos da terra são na sua natureza e missão imigratórias.
Para Abrão: “Sai-te da tua terra e da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que Eu te mostrarei.” (Gn. 12:1) Em outras palavras Deus ordenou a Abraão: “Imigrai...”
E Abrão imigrou, cruzou fronteiras. Para sobreviver em terra estranha chegou até a mentir (no episódio de sua mulher e Faraó). Imigrante indocumentado vive com o dilema diário da mentira atormentando a vida. Abraão, pela Fé, foi muito abençoado. Imigrante cristão, descendente de Abraão também pela Fé é abençoado.
A Abraão Deus prometeu uma terra estranha por herança. Ele mesmo não herdou a terra em vida. O único pedaço adquiriu por compra para poder enterrar sua esposa, também peregrina com ele.
Por centenas de anos, ele, seus filhos, netos e descendentes foram simplesmente estrangeiros. Que por fim herdaram a terra prometida. De fato, tiveram que conquistá-la.
Geralmente as gerações seguintes dos imigrantes se tornam poderosos na terra e será apenas uma questão de tempo ver isto acontecer com os nossos filhos brasileiros (os brazucas).
E a segunda ordem de Deus, foi dada por Jesus, quando disse aos Seus discípulos: “Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda a criatura...” (Mc. 16:15). Em outras palavras Jesus ordenou: “Imigrai...”
É ilegal pregar o Evangelho em terra estranha sem visto, mas não estou convencido de que seja pecado. Como é ilegal e até crime pregar o Evangelho em alguns países, mas tenho absoluta certeza de que não é pecado.
Sem querer exagerar, o próprio Jesus era estrangeiro nesta terra. Ele mesmo disse: “Não sou deste mundo...” É verdade que todos nós somos peregrinos e estrangeiros neste mundo. (I Pe. 2:1)
Vou terminar relatando como fato minha experiência.
Há alguns anos atrás ao compartilhar algumas destas expressões com um amigo americano, ele retrucou perguntando: “Vai agora desenvolver uma teologia inteira do imigrante através da Bíblia?”
Por que não? Tenho pesquisado na Palavra de Deus o que Ele diz a respeito de imigrantes e tenho sido muito abençoado com as verdades que descobri.
Sem demagogia. Sem moralismo. Abertamente tenho falado e escrito sobre isto. Enfrentando a realidade, onde a ética é um constante conflito na vida de muitos que ousaram viver na “ilegalidade” em terra estranha.
Vida de imigrante não é fácil. Meu bisavô era libanês e foi viver no Brasil no início do século passado, fugindo dos turcos que invadiram o Líbano. No Brasil, meu avô contava, passou até fome. Morreu ainda jovem, vítima da miséria.
Eu mesmo imigrei para os Estados Unidos, como missionário, fixando com minha família, nossa residência definitiva neste país a partir de 1997.
Nos últimos anos millhares de brasileiros imigraram-se para os Estados Unidos em busca de uma vida melhor, dentre eles millhares de cristãos genuínos que ousaram desafiar as leis do país e a conflitarem suas consciências por isto, e vivem aqui, peregrinos em terra estranha, vencendo na vida, e pregando o Evangelho e vivendo como Igreja. Fato!
Para mim, não sei para você, para mim as palavras do Espírito Santo devem nortear esta questão toda:
“De um só fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra, havendo fixado os tempos previamente estabelecidos e os lugares onde iriam habitar.” (At. 17:16, NIV)
E aqui chegamos, com visto ou sem visto, às terras norte americanas.
“Os que saíram para a Terra do Norte fizeram repousar o Meu Espírito no país do Norte.”, assim diz o Senhor.
31 maio 2009
IMIGRANTES – Parte I
25/09 – IMIGRANTES – Parte I
Em 2005, realizamos o Primeiro Congresso do BMNET - IGREJA/CIDADE: Tempo de Conquista, juntamente com a Visão Mundial em Wayland (Terra do Caminho), no Estado de Massachusetts, Estados Unidos com a participação de Ricardo Gondim e Paul Freston. BMNET é uma rede de ministros e líderes brasileiros nos Estados Unidos.
Na época Ronaldo Martins, representante da Visão Mundial e Ricardo Gondim escreveram textos especialmente concernentes à questão imigratória.
E assim começou por aqui, nas terras do Tio Sam, um debate necessário sobre a realidade da “igreja evangélica brasileira” diante das questões éticas imigratórias.
O artigo de Ronaldo Martins foi escrito do ponto de vista jornalístico e crítico.
Segundo Ricardo Gondim, a situação dos brasileiros evangélicos na “Diáspora” (os imigrantes evangélicos que residem em algum país do exterior) denuncia a realidade da igreja evangélica no Brasil.
A palestra de Paul Freston sobre a “Diáspora Brasileira”, citada por Ronaldo em seu artigo, foi baseada em dados apurados em pesquisa.
O “profeta pesquisador” falou da realidade da igreja evangélica na “Diáspora” com base em fatos e não em presuposições ou imaginações. As revelações deste “profeta” vêm da Sociologia. De forma piedosa, sem emitir nenhum juízo, ele discorreu sobre os resultados de seu empreendimento científico.
Para minha satisfação, muitas das questões que ele apresentou já tinha abordado abertamente em minhas aulas no Seminário onde lecionava. Portanto, ouví-lo, aumentou mais a inquietação e meu desejo de meditar mais sobre este assunto e a necessidade de ouvir outros na busca do Caminho. Reunímo-nos naqueles dias verdadeiramente na Terra do Caminho!
Muitas questões foram levantadas em ambos os artigos e meu desejo é apenas levantar algumas outras do ponto de vista de um imigrante. Pode parecer em algum momento que possa estar defendendo a mentira como estilo de vida de um imigrante, por isto é preciso ler bem o texto para saber separar o que relato como fato, o que é apenas indagação e claramente o que é convicção.
Outra coisa que preciso deixar claro é que minhas palavras quando enfáticas não são palavras rancorosas ou enraivessidas. São apenas demonstração de estilo e expressões de sinceridade.
Preciso ainda registrar que é exagero de Ronaldo dizer em seu artigo que as indagações de “Paul Freston caíram como uma bomba” no congresso, ou seja, a publicação do fato de que a maioria absoluta dos evangélicos brasileiros e grande parte dos pastores são ilegais no país. A tal da bomba não tinha estopim. Não estourou e nem podia estourar, é bomba velha! Nós já sabíamos disto.
“Ilegal” é o termo técnico e político. Na Teologia do Imigrante usamos o termo “indocumentado” que carrega um peso de misericórdia, pois para o imigrante cristão “ilegal mesmo é o diabo!”
Os missionários visitantes
Alguns pregadores que por aqui passam afirmam que os que são indocumentados devem voltar para o Brasil. São oportunistas. É intrigante o fato de usarem nossos púlpitos para dizerem isto. Mais intrigante quando recebem nossas ofertas gordas em dólares americanos – dinheiro de dízimos e ofertas de imigrantes indocumentados, diga-se de passagem, de gente dígna que trabalha duro, gente abençoada.
A maioria (95%) dos pregadores convidados que vêm pregar nos Estados Unidos vêm com o Visto B1-B2 (de turista). Os que vêm participar de conferências com este tipo de visto, pela Lei, podem ser apenas ouvintes, não preletores.
As ofertas que recebem deveriam declarar ao fisco americano. Provavelmente não declaram nem ao fisco brasileiro. Podem declarar se quiserem, pois o Governo Americano emite legalmente um documento (ITIN – uma certa identidade de pagador de imposto) reconhecendo que imigrantes indocumentados trabalham aos milhões por aqui e precisam pagar seus impostos. Os imigrantes indocumentados trabalham ilegalmente, mas legalmente pagam impostos com este número fornecido pelo Governo. Pura hipocrisia oficial! Uma necessidade contundente, porém. Quem trabalha precisa mesmo pagar impostos. Deveria todavia usufruir de todos os benefícios sociais que seus impostos pagos deveriam prover.
Aqueles pregadores visitantes ao pregarem sem autorização são ilegais por uma semana ou por um mês ou dois. Os outros por muitos anos. Dá no mesmo.
Para pregar ou cantar em igrejas e receber ofertas é preciso portar o visto religioso, pois aqui na terra do Tio “$am” pregar o Evangelho é “profissão” e para receber oferta (honorário) tem que ter visto apropriado. É tão ilegal quanto é ilegal grande parte de evangélicos sonegarem impostos em seu país. É pecado sonegar impostos? É a pergunta que nacionais e estrangeiros fazem em qualquer país. Jesus disse: “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.”
Como também é ilegal, é pecado e vergonhoso aqueles que, por exemplo, se compactuam com políticos corruptos evangélicos e não evangélicos. Que recebem “sacos de cimentos” para empenharem seu apoio a este ou aquele candidato. Que recebe salário da “Igreja” e não paga os impostos devidos. Há uma dezenas de exemplos... É que é possível ser ilegal no próprio país.
O Movimento Evangélico no seu fim
Lá e aqui, no Brasil e nos Estados Unidos, constato o fim da “Era Evangélica.” A Era Protestante acabou-se antes da virada do século e no início do novo é a vez do Movimento Evangélico. Deus está fazendo coisa nova. Uma nova era está sendo inaugurada nestes dias que alguns estão denominando “A Nova Reforma.” Este é outro assunto...
A imigração dos brasileiros sob o ponto de vista somente legal é uma discussão perneta.
Esta discussão burguesa, intelectual, farisaica que se desenvolve no meio evangélico que não traz nenhuma resposta prática na vida de milhares de evangélicos que vivem lá e aqui é a declaração de óbito do movimento evangélico.
Há crise: é de caráter! Onde se prega o que não vive a morte impera livre. A credibilidade é escassa. Todo movimento que perde a credibilidade se extingue. Como popularmente se diz: “Todos farinha de um mesmo saco”. Nem por isto não podemos deixar de em verdade e misericórdia debatermos o assunto.
O movimento evangélico não consegue se auto definir mais, distanciou-se de suas raízes históricas. A árvore cresceu, é frondosa, porém velha e só dá frutos raquíticos. Todo o movimento onde seus interlocutores não conseguem definí-lo já morreu. Falta enterrar. Foi assim com o comunismo em muitos países.
Contudo a Igreja - A IGREJA - segue triunfante, pois a Igreja cujas portas o inferno não pode prevalescer não é “a igreja evangélica.” Definitivamente.
Observem só! É preciso inventar novos métodos, fazer marabalismos enormes – teológicos, de “praxi”, seguir uma nova corrente sempre, atrair pelo “marketing”, modernizar a mensagem, suportar o “movimento gospel – um mercado de bilhões de reais e a pobreza de nossos irmãos continua a mesma. Um movimento que precisa de novidades sempre é um defunto coberto com flores frescas.
Os imigrantes brasileiros, gente que sofre, está longe da esposa, dos filhos, lutando pela sobrevivência, sonhando com uma vida melhor, precisam de uma Palavra de Deus para aliviar suas dores e se estiverem na miséria do pecado precisam de libertação. “O Senhor me ungiu para pregar boas novas aos mansos e libertar os cativos...”
Digo que o movimento evangélico faleceu, pois é só discurso, e boa parte das vezes é discurso revestido de uma falsa espiritualidade que se transcende aos céus (firmamento) porque não consegue responder as questões da vida aqui na terra.
É discurso espiritualista hipócrita e soberbo pois não traz respostas para a vida das pessoas, ao contrário, aumenta a culpa e a miséria delas. E aí me lembro de Jesus e fico acalentado: “Misericórdia quero e não sacrifício...”
O Evangelho continua o mesmo Evangelho! Mas a pregação do evangelho de hoje é somente ética, moralista e muito capitalista – aqui na América rica e lá na América adormecida. Ora os que chegaram aqui vieram de lá. O problema vem de lá e não originou aqui. Raciocínio lógico. A maioria dos pastores que conheço aqui são gente honesta e de caráter. É preciso pensar muito antes de apontar o dedo sem misericórdia!
É assim que este discurso acefálico me irrita, mais do que as constatações do irmão Paul Freston. Já não basta os pecados e os demônios muitíssimos, para fabricarem mais alguns! Dá um tempo, por favor!
Continua...
Em 2005, realizamos o Primeiro Congresso do BMNET - IGREJA/CIDADE: Tempo de Conquista, juntamente com a Visão Mundial em Wayland (Terra do Caminho), no Estado de Massachusetts, Estados Unidos com a participação de Ricardo Gondim e Paul Freston. BMNET é uma rede de ministros e líderes brasileiros nos Estados Unidos.
Na época Ronaldo Martins, representante da Visão Mundial e Ricardo Gondim escreveram textos especialmente concernentes à questão imigratória.
E assim começou por aqui, nas terras do Tio Sam, um debate necessário sobre a realidade da “igreja evangélica brasileira” diante das questões éticas imigratórias.
O artigo de Ronaldo Martins foi escrito do ponto de vista jornalístico e crítico.
Segundo Ricardo Gondim, a situação dos brasileiros evangélicos na “Diáspora” (os imigrantes evangélicos que residem em algum país do exterior) denuncia a realidade da igreja evangélica no Brasil.
A palestra de Paul Freston sobre a “Diáspora Brasileira”, citada por Ronaldo em seu artigo, foi baseada em dados apurados em pesquisa.
O “profeta pesquisador” falou da realidade da igreja evangélica na “Diáspora” com base em fatos e não em presuposições ou imaginações. As revelações deste “profeta” vêm da Sociologia. De forma piedosa, sem emitir nenhum juízo, ele discorreu sobre os resultados de seu empreendimento científico.
Para minha satisfação, muitas das questões que ele apresentou já tinha abordado abertamente em minhas aulas no Seminário onde lecionava. Portanto, ouví-lo, aumentou mais a inquietação e meu desejo de meditar mais sobre este assunto e a necessidade de ouvir outros na busca do Caminho. Reunímo-nos naqueles dias verdadeiramente na Terra do Caminho!
Muitas questões foram levantadas em ambos os artigos e meu desejo é apenas levantar algumas outras do ponto de vista de um imigrante. Pode parecer em algum momento que possa estar defendendo a mentira como estilo de vida de um imigrante, por isto é preciso ler bem o texto para saber separar o que relato como fato, o que é apenas indagação e claramente o que é convicção.
Outra coisa que preciso deixar claro é que minhas palavras quando enfáticas não são palavras rancorosas ou enraivessidas. São apenas demonstração de estilo e expressões de sinceridade.
Preciso ainda registrar que é exagero de Ronaldo dizer em seu artigo que as indagações de “Paul Freston caíram como uma bomba” no congresso, ou seja, a publicação do fato de que a maioria absoluta dos evangélicos brasileiros e grande parte dos pastores são ilegais no país. A tal da bomba não tinha estopim. Não estourou e nem podia estourar, é bomba velha! Nós já sabíamos disto.
“Ilegal” é o termo técnico e político. Na Teologia do Imigrante usamos o termo “indocumentado” que carrega um peso de misericórdia, pois para o imigrante cristão “ilegal mesmo é o diabo!”
Os missionários visitantes
Alguns pregadores que por aqui passam afirmam que os que são indocumentados devem voltar para o Brasil. São oportunistas. É intrigante o fato de usarem nossos púlpitos para dizerem isto. Mais intrigante quando recebem nossas ofertas gordas em dólares americanos – dinheiro de dízimos e ofertas de imigrantes indocumentados, diga-se de passagem, de gente dígna que trabalha duro, gente abençoada.
A maioria (95%) dos pregadores convidados que vêm pregar nos Estados Unidos vêm com o Visto B1-B2 (de turista). Os que vêm participar de conferências com este tipo de visto, pela Lei, podem ser apenas ouvintes, não preletores.
As ofertas que recebem deveriam declarar ao fisco americano. Provavelmente não declaram nem ao fisco brasileiro. Podem declarar se quiserem, pois o Governo Americano emite legalmente um documento (ITIN – uma certa identidade de pagador de imposto) reconhecendo que imigrantes indocumentados trabalham aos milhões por aqui e precisam pagar seus impostos. Os imigrantes indocumentados trabalham ilegalmente, mas legalmente pagam impostos com este número fornecido pelo Governo. Pura hipocrisia oficial! Uma necessidade contundente, porém. Quem trabalha precisa mesmo pagar impostos. Deveria todavia usufruir de todos os benefícios sociais que seus impostos pagos deveriam prover.
Aqueles pregadores visitantes ao pregarem sem autorização são ilegais por uma semana ou por um mês ou dois. Os outros por muitos anos. Dá no mesmo.
Para pregar ou cantar em igrejas e receber ofertas é preciso portar o visto religioso, pois aqui na terra do Tio “$am” pregar o Evangelho é “profissão” e para receber oferta (honorário) tem que ter visto apropriado. É tão ilegal quanto é ilegal grande parte de evangélicos sonegarem impostos em seu país. É pecado sonegar impostos? É a pergunta que nacionais e estrangeiros fazem em qualquer país. Jesus disse: “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.”
Como também é ilegal, é pecado e vergonhoso aqueles que, por exemplo, se compactuam com políticos corruptos evangélicos e não evangélicos. Que recebem “sacos de cimentos” para empenharem seu apoio a este ou aquele candidato. Que recebe salário da “Igreja” e não paga os impostos devidos. Há uma dezenas de exemplos... É que é possível ser ilegal no próprio país.
O Movimento Evangélico no seu fim
Lá e aqui, no Brasil e nos Estados Unidos, constato o fim da “Era Evangélica.” A Era Protestante acabou-se antes da virada do século e no início do novo é a vez do Movimento Evangélico. Deus está fazendo coisa nova. Uma nova era está sendo inaugurada nestes dias que alguns estão denominando “A Nova Reforma.” Este é outro assunto...
A imigração dos brasileiros sob o ponto de vista somente legal é uma discussão perneta.
Esta discussão burguesa, intelectual, farisaica que se desenvolve no meio evangélico que não traz nenhuma resposta prática na vida de milhares de evangélicos que vivem lá e aqui é a declaração de óbito do movimento evangélico.
Há crise: é de caráter! Onde se prega o que não vive a morte impera livre. A credibilidade é escassa. Todo movimento que perde a credibilidade se extingue. Como popularmente se diz: “Todos farinha de um mesmo saco”. Nem por isto não podemos deixar de em verdade e misericórdia debatermos o assunto.
O movimento evangélico não consegue se auto definir mais, distanciou-se de suas raízes históricas. A árvore cresceu, é frondosa, porém velha e só dá frutos raquíticos. Todo o movimento onde seus interlocutores não conseguem definí-lo já morreu. Falta enterrar. Foi assim com o comunismo em muitos países.
Contudo a Igreja - A IGREJA - segue triunfante, pois a Igreja cujas portas o inferno não pode prevalescer não é “a igreja evangélica.” Definitivamente.
Observem só! É preciso inventar novos métodos, fazer marabalismos enormes – teológicos, de “praxi”, seguir uma nova corrente sempre, atrair pelo “marketing”, modernizar a mensagem, suportar o “movimento gospel – um mercado de bilhões de reais e a pobreza de nossos irmãos continua a mesma. Um movimento que precisa de novidades sempre é um defunto coberto com flores frescas.
Os imigrantes brasileiros, gente que sofre, está longe da esposa, dos filhos, lutando pela sobrevivência, sonhando com uma vida melhor, precisam de uma Palavra de Deus para aliviar suas dores e se estiverem na miséria do pecado precisam de libertação. “O Senhor me ungiu para pregar boas novas aos mansos e libertar os cativos...”
Digo que o movimento evangélico faleceu, pois é só discurso, e boa parte das vezes é discurso revestido de uma falsa espiritualidade que se transcende aos céus (firmamento) porque não consegue responder as questões da vida aqui na terra.
É discurso espiritualista hipócrita e soberbo pois não traz respostas para a vida das pessoas, ao contrário, aumenta a culpa e a miséria delas. E aí me lembro de Jesus e fico acalentado: “Misericórdia quero e não sacrifício...”
O Evangelho continua o mesmo Evangelho! Mas a pregação do evangelho de hoje é somente ética, moralista e muito capitalista – aqui na América rica e lá na América adormecida. Ora os que chegaram aqui vieram de lá. O problema vem de lá e não originou aqui. Raciocínio lógico. A maioria dos pastores que conheço aqui são gente honesta e de caráter. É preciso pensar muito antes de apontar o dedo sem misericórdia!
É assim que este discurso acefálico me irrita, mais do que as constatações do irmão Paul Freston. Já não basta os pecados e os demônios muitíssimos, para fabricarem mais alguns! Dá um tempo, por favor!
Continua...
20 maio 2009
Minha opinião sobre "Elite Activity" fundado por Harvey J. Dockstader Jr.,

Sobre "Elite Activity"
Josimar;
Qual é a sua opinião sobre o Elite Activity e qual deve ser o procedimento de quem for convidado a fazer parte do esquema financeiro?
Jehozadak Pereira - Editor - Metropolitan News
Email: editor@parkear.com
Reportagem publicada pelo Mwtrwo West News - Framingham, MA USA:
http://www.metrowestdailynews.com/archive/x138098773/Brazilians-drawn-in-by-pyramid-scheme
RESPOSTA:
Elite Activity Resurrected foi fundada inicialmente como uma igreja e registrada em Austin, Texas por Harvey J. Dockstader Jr., que foi ligado à Igreja dos Santos dos Últimos Dias (Mormons). Harvey Jr é considerado pela Justiça Americana em alguns estados como um líder de uma seita e promotor de esquema de dinheiro fácil através de pirâmide.
Foi assim que a 14a. Corte de Apelações em Houston no dia 31 de Julho de 2007 confirmou a condenação do fundador do esquema Elite Activity Harvey Jr a dois anos de cadeia e a pagar uma multa de $ 10.000,00 por promover esquema de pirâmide. Atualmente ele serve a sentença em uma prisão do Texas.
Texas Department of Criminal Justice - Offender Information Detail
http://168.51.178.33/webapp/TDCJ/index2.htm
SID Number: 07548662 TDCJ Number: 01506716 Name: DOCKSTADER,HARVEY JOSEPH Race: W Sex: M Age: 42 Maximum Sentence Date: 2010-05-14 Current Facility: LYCHNER Projected Release Date: 2010-05-14 Parole Eligibility Date: NOT AVAILABLE
Current Offense Data: Offense Date 2006-06-24 Offense PYRAMID PROMOTIONAL SCHEME Sentence Date 2006-02-23 County Harris Case No. 032644 Sentence (Y-MM-DD) 2-00-00
O esquema auto-denomina-se de sistema de crença ou de fé (belief system), mundial e interdenominacional, que oferece mentirosamente “bençãos que não podem ser medidas”.
Usando falsamente uma palavra de Jesus, “dai e dar-se-vos-á...”, com se a palavra DEle fosse uma mágica, formou-se um grande esquema virtual de doações e recebimento de doações, segundo o princípio antigo conhecido da “pirâmide”, que aqui se tornou um “circulo” onde o doador deve além de fazer sua doação, colocar seus parentes, amigos, etc para participarem dos beneficios, num sistema de doações de sete ciclos.
Para cada uma das sete doações feitas existem oito doações a receber. Apesar de que cada doador ou participante pague uma taxa de adesão ao sistema, deve assinar um documento legal afirmando que está apenas fazendo voluntariamente uma doação para outro indivíduo, que não está investindo em nada e que nada espera receber.
Elite Activity afirma ser um sistema cujo adversário maior é a pobreza, porém não promove a distribuição de riquezas, mas o compartilhar das mesmas para os que lideram os ciclos e permanecem neles até o final. Ou seja, alguém mais atrás da fila, ou em um anel do circulo, na periferia do círculo, vai em muitos momentos somente doar para outros na frente da fila se beneficiarem.
É outra "Mesa da Fé" onde come a sobremesa somente quem é dono da mesa.
É um tipo de casino virtual onde o jogo maior é feito pelo participante ao aliciar jogadores para doarem ao sistema, desde que continue aliciando porque o sistema só funciona primeiro em benefício dos primeiros aliciadores, que somente serão empurrados para o centro do círculo se os aliciadores detrás tiverem sucesso em aliciar outros. Filosoficamente a motivação é doar somente para receber, e isto nada tem a ver com o Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.
É um sistema de dar e receber que pretende criar um “Mundo Meu e Seu”, de fato, entre aqueles que participam do sistema. É uma seita diabólica e enganosa, e a prova disto é que, negando tudo o que a Palavra de Deus afirma sobre semeadura e colheita, dar e receber, somente quem crê no "belief system" da Elite e têm o mesmo tipo de mentalidade participam.
Acreditam “em um poder maior que nós mesmos”, seja lá que nome tiver e como se manifesta. "É algo pessoal e nunca será usado como condição para membresia no sistema."
Acreditam que toda a fé, religião ou crença tem algo a contribuir e deve ser encorajada. Cita Buda, cita Einstein, cita Jesus, cita Isaías e cita um monte de escritores antagônicos.
Acreditam que todas as diferenças doutrinárias não deveriam afetar nosso amor um pelo outro e acreditam que compartilhando estas crenças podem transformar o mundo.
Ao contrário, Jesus afirmou que devemos amar ao próximo e até aos inimigos, mas nunca comprometer a Verdade, e somente o Evangelho é o Poder de Deus para transformação de todo aquele que crê NEle. Ele disse: "Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim."
De fato, além de um sistema piramidal Elite é uma comunidade virtual de fé, anti-cristã, anti-biblica e totalmente falsa, pois promete o que nunca poderão cumprir sem Cristo Jesus.
Como Ministro do Evangelho preciso dizer que a Palavra de Deus alerta que “os que querem tornar-se ricos caem em tentação e em laço, e em muitos desejos loucos e nocivos, os quais submergem os homens na ruína e na perdição. Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.”
Toda a participação nestes esquemas de promessas financeiras é resultado desta cobiça enlouquecida de se enriquecer sem o trabalho, a semeadura no Reino de Deus, a obediência na entrega de dízimos e ofertas e sem a benção de Deus.
E o fim nestas participações já é conhecido por milhares de testemunhas em nossas comunidades: desilusão, dores e sofrimento, prejuízos, problemas legais e o que a Palavra diz mesmo, ruína e perdição.
"E, de fato, é grande fonte de lucro a piedade com o contentamento. Porque nada trouxemos para este mundo, e nada podemos daqui levar; tendo, porém, alimento e vestuário, estaremos com isto contentes."
Josimar Salum
May 18, 2009
References:
1)
http://www.eliteresurrected.org/index.php?PHPSESSID=28461d96cf9d40a12a6dbc2ff42a58af
2) http://www.scam.com/showthread.php?t=3777
3) http://www.programcritique.com/subcategories/BusinessOpportunities/EliteActivity.html
4) http://www.reviewopedia.com/elite-activity.htm
5) http://www.myelite.org/legal.htmlhttp://www.14thcoa.courts.state.tx.us/opinions/docket.asp?FullDate=20070731
6) http://harvesttime.890m.com/
7) http://texaslawyer.typepad.com/texas_lawyer_blog/2007/08/pyramid-payment.html
8) http://www.6dgr.com/blog/index.php?seid=octaviopm13&blog_id=1302
9) http://legalcashgifting.com/appeal.htm
10) http://club.hbcuconnect.com/cgi-bin/blog.cgi?cid=10&blog_id=93083&reading=1
11) http://www.14thcoa.courts.state.tx.us/opinions/case.asp?FilingID=88174
12) http://www.moneymakergroup.com/lofiversion/index.php/t224310.html
13) http://www.beloblog.com/KHOU_Weather_Watch/archives/2006/02/man_guilty_of_s_1.html
14) http://168.51.178.33/webapp/TDCJ/index2.htm
11 maio 2009
“EU VIM CHAMAR PECADORES.”
A Igreja é a assembléia ou a reunião dos remidos do Cordeiro, Jesus Cristo. Reunidos os salvos para adorarem ao Senhor Jesus, edificarem e exortarem uns aos outros, na comunhão de santos, estão abertos para receberem em seu meio todos os pecadores.
Não há na assembléia dos santos lugar para preconceitos, julgamentos condenatórios, restrições seletivas, pois como comunidade alcançada pela Graça salvadora de Jesus é aberta, acalentadora, receptiva e cheia de Amor por todos, sem excessão.
A Igreja entende que não são os sãos que precisam de médico, mas os doentes. Jesus disse: “Ide, pois, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifícios. Porque eu não vim chamar justos, mas pecadores. Mas, se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifícios, não condenaríeis os inocentes. (Mateus 9:13; 12:7)
Na vida comunitária dos santos “se um homem chegar a ser surpreendido em algum delito, vós que sois espirituais corrigi o tal com espírito de mansidão; e olha por ti mesmo, para que também tu não sejas tentado.” (Gálatas 6:1)
Na vida comunitária dos santos, “os pecados de alguns homens são manifestos antes de entrarem em juízo, enquanto os de outros descobrem-se depois. Da mesma forma também as boas obras são manifestas antecipadamente; e as que não o são não podem ficar ocultas.” (I Timóteo 5:24-25)
A comunidade dos santos experimenta piedosamente todos os estágios no tratamento com o pecador impenitente, que rejeita a Palavra do Senhor, que se recusa a arrepender-se: “Se alguém ensina alguma doutrina diversa, e não se conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, e com a doutrina que é segundo a piedade, é soberbo, e nada sabe, mas delira acerca de questões e contendas de palavras, das quais nascem invejas, porfias, injúrias, suspeitas maliciosas, disputas de homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, cuidando que a piedade é fonte de lucro; aparta-te dos tais.” (I Timóteo 6: 3-5)
A comunidade dos santos, no desejo de servir e agradar exclusivamente ao Senhor Jesus, obedecendo Sua Palavra, como um ato contínuo de resposta ao Seu Amor que constrange a cada um de nós, não tem geralmente problemas de convivência e dificuldades de associação com os íncrédulos, mas com os que se dizem irmãos e não são. Quanto a estes a Palavra é muito clara!
“Já por carta vos escrevi que não vos comunicásseis com os que se prostituem; com isso não me referia à comunicação em geral com os devassos deste mundo, ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras; porque então vos seria necessário sair do mundo. Mas agora vos escrevo que não vos comuniqueis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal nem sequer comais. Pois, que me importa julgar os que estão de fora? Não julgais vós os que estão de dentro? Mas Deus julga os que estão de fora. Tirai esse iníquo do meio de vós.” (I Coríntios 5:9-13)
De acordo com a Encilopédia Wikipédia; “em 1870, um texto do Dr. Westphal intitulado "As Sensações Sexuais Contrárias" definiu a homossexualidade em termos psiquiátricos como um desvio sexual, uma inversão do masculino e do feminino. A partir de então, no ramo da Sexologia, a homossexualidade foi descrita como uma das formas emblemáticas da degeneração. Nessa época já existiam leis que proibiam as relações entre pessoas do mesmo sexo.”
De acordo com a Bíblia, o homosexualismo, como a malícia, a contenda, a injúria, a desobediência aos pais, etc é uma paixão infame, torpeza, sentimento depravado, é pecado.
“Pelo que Deus os entregou a paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural no que é contrário à natureza; semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para como os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro.
E assim como eles rejeitaram o conhecimento de Deus, Deus, por sua vez, os entregou a um sentimento depravado, para fazerem coisas que não convêm; estando cheios de toda a injustiça, malícia, cobiça, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, dolo, malignidade; sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes ao pais; néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, sem misericórdia.
Os quais, conhecendo bem o decreto de Deus, que declara dignos de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que as praticam.” (Romanos 1:26-32 e textos correlatos)
“Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbedos, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.
E tais fostes alguns de vós; mas fostes lavados, mas fostes santificados, mas fostes justificados em nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.” (I Coríntios 6:9-11)
A Igreja deve tratar o indivíduo que pratica o homosexualismo com amor, misericórdia e compaixão, deve tratar dele ou dela como alguém que carece de cura e libertação, que precisa do Médico Jesus, como todos os outros que vivem na prática de qualquer outro pecado ou tem algum outro comportamento não somente doentio, mas pecaminoso.
“Ou não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que habita em vós, o qual possuís da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço; glorificai pois a Deus no vosso corpo.” (I Coríntios 6:19-20)
Não há lugar na Igreja do Deus vivo para pecadores que não foram lavados pelo Sangue de Jesus, que não foram justificados e santificados.
Jesus chama todos aos arrependimento e a receberem a Ele pela Fé, a confessarem-no como Senhor e crerem na Sua Morte na Cruz do Calvário e na Sua ressurreição dentre os mortos.
Com os que creem e se arrependem, a Igreja deve trabalhar para ajudá-los a vencerem seus pecados, a mudarem seus comportamentos e estilos de vida e a fortalecê-los na Fé Cristã. E no caso específico daquele que praticava o homossexualimo deve procurar ajuda médica, deve encaminhá-lo para casas ou ministérios especiais que trabalham com sua reabilitação e deve acompanhá-los e assistí-los através de casais maduros. “A Lei do Senhor é perfeita e restaura a Alma” (Salmos 19:7)
Quanto ao exercícío da liderança cristã a Palavra de Deus é igualmente muito clara:
“É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, temperante, sóbrio, ordeiro, hospitaleiro, apto para ensinar; que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com todo o respeito.
Da mesma forma os diáconos sejam sérios, não de língua dobre, não dados a muito vinho, não cobiçosos de torpe ganância, guardando o mistério da fé numa consciência pura. Os diáconos sejam maridos de uma só mulher, e governem bem a seus filhos e suas próprias casas.”(I Timóteo 3:2 4, 8-9 & 12)
Toda igreja evangélica ou comunidade eclesiástica cristã que afirma ser a Palavra de Deus (Antigo e Novo Testamento) a final e essencial autoridade para a Fé Cristã, doutrina, prática e conduta deve fazer vigorar em sua Constituição ou Estatuto o seguinte texto:
1 – A Igreja (no caso a organização) sustenta padrões bíblicos (mais especificamente os padrões neo-testamentários) de ética e moralidade em cada área da vida.
2 – A membresia, vínculo empregatício ou serviço voluntário inclue um comprometimento por cada indivíduo em aderir aos padrões divinos de conduta e estilo de vida. Enquanto isto se aplica a todas as áreas da vida, deve ser explicitamente entendido que a Igreja acredita que o casamento monogâmico e a união heterosexual precisa ser reservada somente para o Matrimônio e insiste na abstinência sexual para os solteiros.
3 – A Igreja afirma que relacionamentos sexuais extra-conjugais, premaritais e homosexuais são inconsistentes com o Ensino das Escrituras e não serão tolerados.
Deus ama tanto os pecadores, todos eles (eu e você!) que disponibilizou o Evangelho para cada um de nós. Por isto, não nos envergonhamos do Evangelho “pois é o Poder de Deus para a Salvação (transformação) de todo aquele que crê.” (Romanos 1:16)
Todas estas questões se resumem numa só resposta, e positiva, à pergunta: Você crê?
Não há na assembléia dos santos lugar para preconceitos, julgamentos condenatórios, restrições seletivas, pois como comunidade alcançada pela Graça salvadora de Jesus é aberta, acalentadora, receptiva e cheia de Amor por todos, sem excessão.
A Igreja entende que não são os sãos que precisam de médico, mas os doentes. Jesus disse: “Ide, pois, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifícios. Porque eu não vim chamar justos, mas pecadores. Mas, se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifícios, não condenaríeis os inocentes. (Mateus 9:13; 12:7)
Na vida comunitária dos santos “se um homem chegar a ser surpreendido em algum delito, vós que sois espirituais corrigi o tal com espírito de mansidão; e olha por ti mesmo, para que também tu não sejas tentado.” (Gálatas 6:1)
Na vida comunitária dos santos, “os pecados de alguns homens são manifestos antes de entrarem em juízo, enquanto os de outros descobrem-se depois. Da mesma forma também as boas obras são manifestas antecipadamente; e as que não o são não podem ficar ocultas.” (I Timóteo 5:24-25)
A comunidade dos santos experimenta piedosamente todos os estágios no tratamento com o pecador impenitente, que rejeita a Palavra do Senhor, que se recusa a arrepender-se: “Se alguém ensina alguma doutrina diversa, e não se conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, e com a doutrina que é segundo a piedade, é soberbo, e nada sabe, mas delira acerca de questões e contendas de palavras, das quais nascem invejas, porfias, injúrias, suspeitas maliciosas, disputas de homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, cuidando que a piedade é fonte de lucro; aparta-te dos tais.” (I Timóteo 6: 3-5)
A comunidade dos santos, no desejo de servir e agradar exclusivamente ao Senhor Jesus, obedecendo Sua Palavra, como um ato contínuo de resposta ao Seu Amor que constrange a cada um de nós, não tem geralmente problemas de convivência e dificuldades de associação com os íncrédulos, mas com os que se dizem irmãos e não são. Quanto a estes a Palavra é muito clara!
“Já por carta vos escrevi que não vos comunicásseis com os que se prostituem; com isso não me referia à comunicação em geral com os devassos deste mundo, ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras; porque então vos seria necessário sair do mundo. Mas agora vos escrevo que não vos comuniqueis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal nem sequer comais. Pois, que me importa julgar os que estão de fora? Não julgais vós os que estão de dentro? Mas Deus julga os que estão de fora. Tirai esse iníquo do meio de vós.” (I Coríntios 5:9-13)
De acordo com a Encilopédia Wikipédia; “em 1870, um texto do Dr. Westphal intitulado "As Sensações Sexuais Contrárias" definiu a homossexualidade em termos psiquiátricos como um desvio sexual, uma inversão do masculino e do feminino. A partir de então, no ramo da Sexologia, a homossexualidade foi descrita como uma das formas emblemáticas da degeneração. Nessa época já existiam leis que proibiam as relações entre pessoas do mesmo sexo.”
De acordo com a Bíblia, o homosexualismo, como a malícia, a contenda, a injúria, a desobediência aos pais, etc é uma paixão infame, torpeza, sentimento depravado, é pecado.
“Pelo que Deus os entregou a paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural no que é contrário à natureza; semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para como os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro.
E assim como eles rejeitaram o conhecimento de Deus, Deus, por sua vez, os entregou a um sentimento depravado, para fazerem coisas que não convêm; estando cheios de toda a injustiça, malícia, cobiça, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, dolo, malignidade; sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes ao pais; néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, sem misericórdia.
Os quais, conhecendo bem o decreto de Deus, que declara dignos de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que as praticam.” (Romanos 1:26-32 e textos correlatos)
“Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbedos, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.
E tais fostes alguns de vós; mas fostes lavados, mas fostes santificados, mas fostes justificados em nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.” (I Coríntios 6:9-11)
A Igreja deve tratar o indivíduo que pratica o homosexualismo com amor, misericórdia e compaixão, deve tratar dele ou dela como alguém que carece de cura e libertação, que precisa do Médico Jesus, como todos os outros que vivem na prática de qualquer outro pecado ou tem algum outro comportamento não somente doentio, mas pecaminoso.
“Ou não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que habita em vós, o qual possuís da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço; glorificai pois a Deus no vosso corpo.” (I Coríntios 6:19-20)
Não há lugar na Igreja do Deus vivo para pecadores que não foram lavados pelo Sangue de Jesus, que não foram justificados e santificados.
Jesus chama todos aos arrependimento e a receberem a Ele pela Fé, a confessarem-no como Senhor e crerem na Sua Morte na Cruz do Calvário e na Sua ressurreição dentre os mortos.
Com os que creem e se arrependem, a Igreja deve trabalhar para ajudá-los a vencerem seus pecados, a mudarem seus comportamentos e estilos de vida e a fortalecê-los na Fé Cristã. E no caso específico daquele que praticava o homossexualimo deve procurar ajuda médica, deve encaminhá-lo para casas ou ministérios especiais que trabalham com sua reabilitação e deve acompanhá-los e assistí-los através de casais maduros. “A Lei do Senhor é perfeita e restaura a Alma” (Salmos 19:7)
Quanto ao exercícío da liderança cristã a Palavra de Deus é igualmente muito clara:
“É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, temperante, sóbrio, ordeiro, hospitaleiro, apto para ensinar; que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com todo o respeito.
Da mesma forma os diáconos sejam sérios, não de língua dobre, não dados a muito vinho, não cobiçosos de torpe ganância, guardando o mistério da fé numa consciência pura. Os diáconos sejam maridos de uma só mulher, e governem bem a seus filhos e suas próprias casas.”(I Timóteo 3:2 4, 8-9 & 12)
Toda igreja evangélica ou comunidade eclesiástica cristã que afirma ser a Palavra de Deus (Antigo e Novo Testamento) a final e essencial autoridade para a Fé Cristã, doutrina, prática e conduta deve fazer vigorar em sua Constituição ou Estatuto o seguinte texto:
1 – A Igreja (no caso a organização) sustenta padrões bíblicos (mais especificamente os padrões neo-testamentários) de ética e moralidade em cada área da vida.
2 – A membresia, vínculo empregatício ou serviço voluntário inclue um comprometimento por cada indivíduo em aderir aos padrões divinos de conduta e estilo de vida. Enquanto isto se aplica a todas as áreas da vida, deve ser explicitamente entendido que a Igreja acredita que o casamento monogâmico e a união heterosexual precisa ser reservada somente para o Matrimônio e insiste na abstinência sexual para os solteiros.
3 – A Igreja afirma que relacionamentos sexuais extra-conjugais, premaritais e homosexuais são inconsistentes com o Ensino das Escrituras e não serão tolerados.
Deus ama tanto os pecadores, todos eles (eu e você!) que disponibilizou o Evangelho para cada um de nós. Por isto, não nos envergonhamos do Evangelho “pois é o Poder de Deus para a Salvação (transformação) de todo aquele que crê.” (Romanos 1:16)
Todas estas questões se resumem numa só resposta, e positiva, à pergunta: Você crê?
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