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28 fevereiro 2025

O QUE O IRÃ TEM A VER COM VOCÊ? UM CHAMADO URGENTE À ORAÇÃO POR TRANSFORMAÇÃO GLOBAL



O QUE O IRÃ TEM A VER COM VOCÊ? UM CHAMADO URGENTE À ORAÇÃO POR TRANSFORMAÇÃO GLOBAL

POR JOSIMAR SALUM

   O mundo está mudando, e o Irã—antiga Pérsia—está no centro de um movimento de Deus que moldará as nações. O que acontece lá não é um evento isolado; terá impacto direto sobre Israel, Líbano, o Oriente Médio, a Europa, os Estados Unidos e além.

   Ao longo da história, sempre que Deus se moveu na Pérsia, os efeitos se espalharam pelo mundo. Desde o rei Ciro, que libertou os exilados judeus (Isaías 45), até o crescimento da igreja subterrânea no Irã hoje, esta terra tem desempenhado um papel fundamental no plano de Deus.

   Por que isso importa para você? Porque estamos testemunhando a história se desenrolar diante dos nossos olhos. O despertar espiritual no Irã e as mudanças no cenário global são sinais da orquestração divina—um movimento que requer a intercessão dos crentes em todo o mundo.

   Você Está Disposto a se Colocar na Brecha?

   Este é o momento de orar com urgência. Suas orações podem mudar o curso das nações.

   Estamos vivendo tempos extraordinários, presenciando um mover de Deus no Oriente Médio—especialmente no Irã, o antigo reino da Pérsia. O que Deus está fazendo lá hoje terá implicações profundas, não apenas para o próprio Irã, mas também para Israel, Líbano e o mundo. As mudanças espirituais e geopolíticas estão interligadas, moldando a história de maneiras que ainda não compreendemos totalmente.

   Como você pode fazer parte deste movimento histórico de Deus? Compreendendo como Ele tem agido ao longo da história e se comprometendo com uma vida de oração fervorosa. Agora é a hora de se levantar, interceder e participar do Seu propósito.

   A Pérsia no Livro de Daniel: Um Chamado à Oração e à Guerra Espiritual

   O livro de Daniel destaca o papel da Pérsia na profecia bíblica e na guerra espiritual. A Pérsia foi central na experiência de Daniel, demonstrando como a oração influencia reinos e governantes.

   Momentos-Chave nas Experiências de Daniel com a Pérsia:

1. A Queda da Babilônia para a Pérsia (Daniel 5:28)

• A escrita na parede declarou: “O teu reino está dividido e foi dado aos medos e persas.” Naquela mesma noite, Babilônia caiu nas mãos dos persas.

2. A Oração e o Livramento de Daniel (Daniel 6:8-10)

• Apesar de um decreto proibindo a oração, Daniel permaneceu fiel, levando ao seu livramento milagroso da cova dos leões.

3. A Pérsia na Profecia (Daniel 8:20)

• Uma visão descreve a ascensão da Pérsia, mostrando seu impacto na história mundial.

4. A Intercessão de Daniel por Israel (Daniel 9:1-3, 4-19)

• Sua oração poderosa pela restauração de Israel levou Deus a mover o coração do rei Ciro para permitir o retorno dos judeus.

5. A Guerra Espiritual sobre a Pérsia (Daniel 10:12-13)

• Um anjo disse a Daniel que sua oração foi ouvida imediatamente, mas o príncipe da Pérsia resistiu à resposta por 21 dias, até que o arcanjo Miguel interveio. Isso revela a batalha invisível por trás da oração.

   A Oração Tem o Poder de Mudar Nações

   Ao longo das Escrituras, a oração influenciou lideranças, trouxe juízo ou livramento e mudou o curso da história.

1. A Oração Pode Trazer Juízo sobre Governantes Ímpios

• O Humilhamento de Nabucodonosor (Daniel 4:28-37)

• Daniel advertiu Nabucodonosor para que se arrependesse. Quando ele recusou, Deus o humilhou até que reconhecesse Sua soberania.

• A Queda da Babilônia (Daniel 5)

• Durante o banquete blasfemo de Belsazar, Daniel interpretou a escrita na parede, declarando a queda da Babilônia. Naquela mesma noite, a cidade foi conquistada pelos persas.

2. A Oração Pode Trazer Livramento e a Ascensão de Líderes Justos

• A Intercessão de Ester (Ester 4:16)

• Através do jejum e da oração, Ester encontrou favor com o rei persa, salvando o povo judeu e levando à queda do perverso Hamã.

• A Oração de Ezequias pelo Livramento (2 Reis 19:14-37)

• Quando o rei assírio ameaçou Jerusalém, Ezequias orou e Deus enviou um anjo que destruiu 185.000 soldados inimigos durante a noite.

3. A Oração Pode Mudar o Destino de uma Nação

• A Oração de Dedicação de Salomão (2 Crônicas 7:14)

• Deus prometeu: “Se o Meu povo… se humilhar e orar… Eu sararei a sua terra.” A restauração nacional depende da oração.

• A Intercessão de Daniel por Israel (Daniel 9:1-19)

• Após a oração de Daniel pelo retorno de Israel, o rei Ciro autorizou a reconstrução de Jerusalém.

4. Os Ensinamentos de Jesus sobre Oração e Reinos

• Jesus ensinou que a oração traz o reino de Deus (Mateus 6:10) e enfatizou a persistência na intercessão (Lucas 18:1-8), demonstrando que a oração influencia a liderança e traz justiça.

   A Oração Sempre Moldou a História

   A Bíblia mostra como a intercessão conduz à transformação nacional. Seja por juízo (Nabucodonosor, Belsazar), livramento (Ezequias, Ester) ou restauração (Daniel, Salomão), a história prova que quando o povo de Deus ora, líderes e nações são impactados.

   O Avivamento Sempre Transformou Nações

   Ao longo da história, movimentos de oração trouxeram transformação espiritual e política:

• O Primeiro Grande Despertamento (1700s, EUA & Reino Unido)

• Liderado por Jonathan Edwards, George Whitefield e John Wesley, este avivamento lançou as bases para o movimento abolicionista e reformas sociais.

• O Avivamento Galês (1904-1905, País de Gales, Reino Unido)

• Mais de 100.000 pessoas se converteram em um único ano, as taxas de criminalidade despencaram e líderes do governo voltaram-se para Deus.

   Assim como Nínive se arrependeu após a pregação de Jonas (Jonas 3), avivamentos impulsionados pela oração trazem transformação moral e política.

   A História Prova Que a Oração Molda os Governos

   Desde a antiga Babilônia até as nações modernas, a intercessão tem promovido:

• Mudanças na liderança, influenciadas pela oração (como Daniel diante dos reis persas).

• Movimentos espirituais desafiando sistemas corruptos (como Elias e João Batista).

• O arrependimento nacional levando à restauração (como em Nínive).

   Estamos vivendo um momento crítico. O tempo de orar é agora.

   Você se levantará para interceder? Você se colocará na brecha?

   #ASONE

05 fevereiro 2024

ORE ATÉ CONSEGUIR ORAR A. W. Tozer



ORE ATÉ CONSEGUIR ORAR A. W. Tozer

  O Dr. Moody Stuart, um grande homem de oração do passado, certa vez esboçou um conjunto de regras para orientá-lo em suas orações. Dentre essas regras, havia esta: “Ore até conseguir orar”.

   A diferença entre orar até acabar e orar até conseguir orar é ilustrada pelo evangelista americano John Wesley Lee. Com frequência, ele comparava um tempo de oração com o culto prestado pela igreja, e dizia que muitos de nós terminamos a reunião antes que a reunião esteja terminada. Ele confessou que certa vez saíra de uma reunião de oração para cuidar de algum assunto urgente do seu trabalho. Ele ainda não tinha se distanciado do local da reunião, quando uma voz interior o repreendeu. “Filho”, parecia que a voz lhe dizia: “você não proferiu a bênção antes que a reunião acabasse?” Ele entendeu, e imediatamente se apressou de volta ao lugar de oração, onde permaneceu até que o fardo se fosse e a bênção descesse.

   O hábito de parar nossas orações antes de termos orado de verdade é tão comum quanto lastimável. Muitas vezes, os dez minutos finais podem significar mais para nós do que a primeira meia hora, porque precisamos gastar bastante tempo para entrar na disposição correta para orar com eficácia. Talvez precisemos lutar com nossos pensamentos para trazê-los de onde se encontram espalhados por causa da multidão de distrações que resultam de vivermos num mundo desordenado.

   Aqui, como em todos os outros assuntos espirituais, precisamos fazer clara distinção entre o ideal e o real. Seria ideal que vivêssemos de momento em momento num estado de tão perfeita união com Deus que não fosse necessária nenhuma preparação especial. Mas na verdade são poucos os que podem dizer honestamente que essa é sua experiência. A sinceridade forçará a maioria de nós a admitir que com frequência enfrentamos uma luta antes de conseguirmos fugir da alienação emocional e do senso de irrealidade que às vezes pousa sobre nós como uma espécie de disposição comum.

   O que quer que um idealismo sonhador possa dizer, somos forçados a lidar com coisas daqui de baixo num nível de realidade prática. Quando nos chegamos para orar, se nosso coração estiver insensível e numa disposição não espiritual, não devemos tentar mudar essa disposição. Em vez disso, devemos reconhecê-la francamente e orar mesmo assim através dela até conseguirmos sair. Alguns cristãos sorriem diante do pensamento de “orar mesmo assim através dela”, mas é possível encontrar algo dessa mesma ideia nos escritos de praticamente cada grande santo que orava desde Daniel até nossos dias. Não podemos dar-nos ao luxo de parar de orar enquanto de fato não tivermos orado.

   #JSalum

   #ASONE

A PREGAÇÃO FERVOROSA: UMA ARTE ESQUECIDA by Leonard Ravenhill



A PREGAÇÃO FERVOROSA: UMA ARTE ESQUECIDA by Leonard Ravenhill

   Amados pastores, estou desesperadamente convicto de que se não recebermos o Espírito de Avivamento e de Fogo iremos perecer nesta geração. Se o Espírito não dominar completamente as nossas vidas não haverá poder de transformação suficiente para transformar os crentes e resgatar milhões que estão indo para o inferno não somente fora da igreja mas dentro dela. Por amor a obra de Deus em nosso meio leia esta mensagem com o coração faminto pelo derramamento do Espírito. Se não receber nenhuma mensagem esta semana mas receber esta, uma chama derradeira mas poderosa pela santidade e pelo grande despertamento poderá começar em tua vida. — Josimar Salum 

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   Já se passaram alguns séculos desde que o reformador suíço Oecolampad disse: “Uns poucos pregadores bons e fervorosos produziriam maior impacto no ministério cristão do que uma multidão de homens mornos!” 

   E a passagem do tempo não anulou a verdade contida nessa afirmação. Precisamos de mais “pregadores bons e fervorosos”. 

   Um deles foi Isaías, com sua confissão: “Ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio dum povo de impuros lábios”. E Paulo foi outro: “Ai de mim, se não pregar o evangelho”. Mas nenhum dos dois tinha um conceito mais amplo da magnitude de sua tarefa do que Richard Baxter, que era ministro da Igreja Kidderminster, na Inglaterra. 

   Quando alguém o criticou, tachando-o de ocioso, ele respondeu o seguinte: “A pior coisa que eu poderia desejar-lhe era que tivesse minha folga em vez do seu trabalho. Tenho razões para me considerar o menor de todos os salvos, e no entanto não teria receio de dizer ao acusador que considero o serviço da maioria dos trabalhadores desta cidade um prazer para eles, em comparação com o meu, embora não trocasse minha tarefa com a do mais importante príncipe”.

   “O serviço deles ajuda a conservá-los com saúde; o meu consome- a. Eles trabalham tranqüilamente; eu, em dores constantes. Eles têm horas e dias para seu lazer; eu mal tenho tempo para me alimentar. Ninguém os incomoda por causa de seu ofício; quanto a mim, quanto mais trabalho, mais ódio e perturbações atraio sobre minha pessoa”.

   Sente-se um pouco da mentalidade neotestamentária nessa sua maneira de encarar a pregação do evangelho. Este é o mesmo Baxter que queria ser como “um moribundo pregando a moribundos”. Se nossos pregadores fossem todos desse calibre espiritual, arrancariam toda esta geração de pecadores da boca do inferno.

   É possível que hoje tenhamos o maior índice de pessoas frequentando a igreja, com o mais baixo índice de espiritualidade de todos os tempos. Talvez estivessem certos aqueles que no passado acusaram o liberalismo de ser o grande culpado da frieza dos crentes. Hoje, esse bode expiatório é a televisão (substituída hoje pelo smartphone), que está sendo execrada pelos pregadores. 

   Entretanto, apesar disso, e sabendo que as duas acusações não deixam de ser verdadeiras, gostaria de dirigir a nós, pregadores, uma pergunta. Será que não deveríamos confessar como aquele escritor do passado: “O erro, caro Brutus, está em nós mesmos?” 

   Mas eu gostaria de afiar bem o meu bisturi e aprofundá-lo um pouco mais nos pregadores: passou a época dos grandes sermões tipo “lanche rápido”, temperados com tiradas humorísticas para tentar estimular o fraco apetite espiritual do homem de nossos dias? Ou estamos nos esforçando para comunicar os “poderes do mundo vindouro” em todos os cultos?

   Pensemos um pouco em Paulo. Após receber uma poderosa unção do Espírito Santo, ele saiu pela Ásia menor para travar ali uma intensa batalha espiritual, causando agitação nos mercados, sinagogas e palácios. 

   E ia a toda parte, tendo no coração e nos lábios o grito de guerra do evangelho. Diz-se que foi Lenine quem disse o seguinte: “Os fatos não podem ser contestados”. Analisando as realizações de Paulo e comparando-as às dos crentes de nossa geração, que fazem tantas concessões ao mundo, temos que concordar com ele. Paulo não era um pregador que apenas falava a toda uma cidade; ele a abalava totalmente. Mas ainda assim tinha tempo para sair batendo às portas das casas, e para orar pelos perdidos que encontrava pelas ruas.

   Estou cada vez mais convencido de que as lágrimas são um elemento indispensável a uma pregação avivalista.

   Irmãos pregadores, precisamos nos envergonhar de não sentir vergonha; precisamos chorar por não termos lágrimas; precisamos nos humilhar por haver perdido a humildade de servo de Deus; gemer por não sentirmos peso pelos perdidos; irar-nos contra nós mesmos por não termos ódio do monopólio que o diabo exerce nestes dias do fim, e nos punir pelo fato de o mundo estar-se dando tão bem conosco, que nem precisa perseguir-nos.

   Pentecostes significa dor, mas o que mais experimentamos é prazer; significa peso; mas nós amamos a comodidade. 

   Pentecostes significa prisão, e, no entanto, a maioria dos crentes faria qualquer coisa, menos ir para a prisão por amor a Cristo. 

   Se revivêssemos a experiência do pentecostes, talvez muitos de nós fossem parar na cadeia. Eu disse “pentecostes”, não “pentecostalismo”. E não estou

querendo atirar pedras em ninguém.

   Imaginemos a experiência do pentecostes se repetindo em uma igreja no próximo domingo. O pastor, como Pedro, é revestido de poder. E, pela sua palavra, Ananias e sua esposa caem mortos ao chão. Será que o crente moderno toleraria isso? E não pára aí. Paulo determina que Elimas fique cego. Em nossos dias, isso implicaria na abertura de processo contra o pregador. E se alguns caíssem ao chão, sob o poder do Espírito Santo — o que acontece em quase todos os avivamentos — sem dúvida iriam difamar-nos. Não seria demais para a nossa sensibilidade?

   E, como já disse no início deste capítulo, gostaria que houvesse grandes pregadores em nossos dias. O diabo quer que fiquemos a caçar ratos, enquanto há leões à solta, devastando a terra. 

   Nunca consegui descobrir o que se passou com Paulo na Arábia. Ninguém sabe. Será que ele teve uma visão do novo céu e da nova terra, e do Senhor reinando soberano? Não sei. Mas uma coisa sei com certeza: ele modificou a Ásia, deixou os judeus profundamente irritados, encolerizou os romanos, ensinou para mestres e teve piedade de carcereiros. Ele e outro pregador de nome Silas dinamitaram as paredes da prisão com suas orações, para realizar a obra do Senhor.

   Paulo, o servo de Jesus Cristo, o escravo de Cristo pelo amor, depois de reconhecer que o coração mais duro que Deus conquistara era o seu, resolveu ir abalar o mundo para Deus. Em seus dias, ele trouxe à terra os “poderes do mundo vindouro”, restringiu a operação de Satanás, e sofreu, amou e orou mais que todos nós. 

   Irmãos, caiamos de joelhos outra vez, se quisermos recuperar a espiritualidade e o poder apostólicos. Chega dessa pregação fraca e ineficaz.

    #ASONE

15 janeiro 2023

ORAR PELAS AUTORIDADES NO BRASIL. SÉRIO? Josimar Salum

ORAR PELAS AUTORIDADES NO BRASIL. SÉRIO? 

Josimar Salum

“Em primeiro lugar peço que sejam feitos orações, pedidos, súplicas e ações de graças a Deus em favor de todas as pessoas. 

Orem pelos reis e por todos os outros que têm autoridade ou em eminência (por Lula, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Luiz Barroso, Randolfe, Haddad, etc), para que possamos viver uma vida calma e pacífica, com dedicação a Deus e respeito aos outros. 

Isso é bom, e Deus, o nosso Salvador, gosta disso. 

Ele quer que todos sejam salvos e venham a conhecer a verdade.” 1Timóteo‬ ‭2‬:‭1‬-‭4

Eis aqui a vontade de Deus que é totalmente diferente da minha. Eu me rendo à vontade de Deus ou faço a minha.

Irmão, irmã; a exortação em I Timóteo 2:1-4 é para orar. 

Paulo exortou a orar, interceder, rogar. Ele não disse neste texto para obedecer. Em outro texto ele disse para submeter às autoridades, mesmo que sejam autoridades perversas como era o imperador romano, por exemplo. 

É para rogar ao Senhor, não para obedecer o que ordenam, o que promovem de impiedade, importa mais obedecer a Deus do que aos homens. 

E peça a Deus sabedoria para proceder daqui para frente. 

Eu proclamei antes do final do ano que nenhuma fraude ou violência ou qualquer outra coisa iria levar o Presidente atual e sua coligação a assumir o poder. Deus não nos disse que não seria assim. Deus não quis. 

Aceitar este fato e orar por todos eles é o que o bom senso sugere. Só isto! Obrigado. 

#ASONE

15 outubro 2020

TUDO O QUE DEVE FAZER É ORAR. Frank Medina

 



TUDO O QUE DEVE FAZER É ORAR. Frank Medina


"Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra." (2 Crônicas 7:14)


Ouvir o que grandes homens de oração disseram a respeito disso é uma forma de receber essa exortação.


“Eu posso fazer mais que orar, depois de ter orado, mas eu não posso fazer mais que orar, até que tenha orado!.”

—  John Bunyan


“Quando agimos, colhemos os frutos do nosso trabalho, mas, quando oramos, colhemos os frutos do trabalho de Deus.”

—  Hans Von Staden


“Não há nada que nos faça amar tanto uma pessoa quanto orar por ela.”

—  Willian Law


“Sempre que Deus deseja realizar algo, Ele convoca seu povo para orar.”

—  Charles Spurgeon


“Quando trabalhamos, nós trabalhamos, quando oramos, Deus trabalha.”

—  Hudson Taylor


“Eu preferiria ensinar um homem a orar do que dez homens a pregar.”

—  Charles Spurgeon


“A maior preocupação do diabo é afastar os cristãos da oração. Ele não teme os estudos, nem o trabalho e nem a religião daqueles que não oram. Ele ri de nossa labuta, zomba de nossa sabedoria, mas treme quando nós oramos.”

—  Samuel Chadwick


“O homem que mobiliza a igreja cristã para orar estará dando a maior contribuição para a história da evangelização do mundo.”

—  Andrew Murray


“Os homens podem desdenhar nossos apelos, rejeitar nossa mensagem, opor-se a nossos argumentos, desprezar-nos, mas nada podem fazer contra nossas orações.”

—  Sidlow Baxter


“Nunca pedi coisa alguma em oração sem um dia, afinal, recebê-la de alguma maneira, de alguma forma.”

—  Charles Muller


“A fé é onipotente só quando está de joelhos."

—  Autor desconhecido


"Deus nada faz a não ser em resposta à oração."

—  John Wesley


“A oração é o encontro da sede de Deus e da sede do homem.”

—  Agostinho de Hipona


“Na oração, é melhor ter um coração sem palavras do que palavras sem um coração.”

—  John Bunyan


E você já orou hoje?


#JSalum

#ASONE

27 setembro 2020

E OROU


E OROU... 


Elias saiu da obscuridade e entrou no palco do Velho Testamento já homem feito. A Rainha Jezabel, aquela filha do inferno, havia removido os sacerdotes de Deus e posto no lugar deles altares para os falsos deuses. A terra estava coberta de trevas, e o povo envolto em escuridão espiritual. E o pecado campeava. A nação se mostrava cada dia mais impura com a proliferação de templos pagãos e ritos idólatras; a toda hora subia ao céu a fumaça dos milhares de altares ímpios.


E tudo isso acontecia no meio de um povo que se dizia descendência de Abraão, de uma gente cujos ancestrais haviam clamado a Deus nas horas de aflição, e dessa forma foi liberto das suas tribulações. Como estava distante o Deus da glória! O sal perdera seu sabor! O ouro perdera o polimento! E em meio a toda essa imensa apostasia, Deus levantou um homem; não uma comissão, nem uma nova denominação, nem um anjo, mas um homem, com sentimentos semelhantes aos nossos. Deus procurou entre eles um homem, não para pregar, mas para se colocar na brecha. E, como Abraão fizera antes, agora Elias estava na presença do Senhor. O resultado foi que tempos depois o Espírito Santo pôde escrever a história dele com apenas duas palavras: “E orou”. Isso é tudo que uma pessoa pode fazer para Deus e para a humanidade. Se a igreja hoje contasse com tantos intercessores quantos são seus conselheiros, teríamos um avivamento dentro de um ano.


Leonard Haverhill 

#JSalum #ASONE